26 agosto 2014

10 melhores discos dos anos 1990 (Internacional)

Ultimamente tenho voltado a escutar várias bandas dos anos 1990, para mim esta foi a melhor época do rock mundial, podem contestar a vontade, mas os discos lançados neste momento foram únicos, escuto vários até hoje, aliás, pode ver a lista dos maiores festivais da atualidade, a maioria dos headliners são sempre bandas de 1990, para o bem (por serem clássicas e atemporais) e para o mal (ausência de renovação e bandas novas de rock, ou por não terem espaço, divulgação ou por serem ruins).

Assim, elaborei uma lista com os dez discos que mais me marcaram da época, obviamente, essa é uma lista minha e totalmente particular, existiram certamente outros trabalhos ótimos. E, nesta lista coloquei apenas álbuns internacionais. Vou fazer depois uma lista nacional.

Segue minha seleção:

1- Nirvana - Nevermind (1991) 

2- Smashing Pumpkins - Mellon Collie and Infinite Sadness (1995) 

3- Radiohead - Ok Computer (1997) 

4- R.E.M. - Automatic for the People (1992) 

5- Soundgarden – Superunknown (1997) 

6- Pearl Jam - Yield (1998) 

7- Oasis - (What´s the story) Morning Glory (1995) 

8- Alice in chains - Dirt (1992) 

9- Offspring - America (1998) 

10- U2 - Achtung baby

06 agosto 2014

Soundgarden - Badmotorfinger (Full Album)




Sinto falta desse tipo de feeling no rock atual.

Esse disco do Soundgarden é simplesmente um clássico do inicio ao fim. O povo fala muito nos baixos do Red Hot Chilli Peppers, do Muse, do Slayer, com propriedade logicamente, mas esquecem ou não conhecem o trabalho de Ben Shepherd neste disco.

É simplesmente fenomenal seu trabalho aliado ao vozeirão de Chris Cornell e a guitarra de outro guitar hero dos anos 1990, Kim Thayil. Fora ainda a não menos importante bateria de Matt Cameron que hoje também toca no Pearl Jam.

Escute no talo do início ao fim.

Para mim o show do Soundgarden no Lolalooza Brasil 2014 foi o melhor show do ano e um dos top 3 que já fui na vida.

02 agosto 2014

Eleição para reitor na UEM

Assim, não é querendo ser chato, mas as chapas para reitor da UEM poderiam ser mais criativas e não copiar as propostas umas das outras deixando TODOS os flyers das quatro chapas praticamente iguais.

Aliás, as mesmas propostas constavam na campanha do atual reitor Julio, que não cumpriu nenhuma delas e está entregando uma UEM muito pior do que encontrou.

Estamos de olho.

Serva do Senhor X Piriguete


Bom dia!

28 julho 2014

Pista vip na frete do palco Round 16242321

Eu vou morrer e não vou entender o que faz uma pessoa defender o indenfensável. Não apenas a este absurdo de insistirem em colocar pista vip na frente do palco em eventos culturais, mas ver pessoas defenderem esta prática e não achar que isto é segregação e das grandes ainda.

No final de semana teve show do IRA em Maringá, infelizmente eu e a Michelle não fomos porque ficamos enrolando e não compramos ingressos no tempo devido e mais barato. Mas, talvez não tenha perdido nada, pelo relato do Rodrigo Contessoto a prática do vipismo foi levada as últimas consequências pela produção do evento.

Vejam seu relato e as pessoas defendendo a segregação: (Detalhe, o último comentário é o melhor de todos!)

  • Marcos Melo Rodrigo Contessotto blza , recentemente em são Paulo visitando alguns amigos da antiga , nos conversamos sobre isto , hoje esta em geral qualquer show hoje e assim , com divisão por classe social , não da nem graça de ver mais , bem diferente da minha época que se quisesse ficar na frente do palco era so ter de coragem , hoje além de caro ainda tem esta palhaçada que vai contra a cultura que apreendi com rock que era de socializar, hoje prefiro comprar um vídeo do show e fazer um churrasco e chamar os amigos e bem melhor .
    há 13 horas · Curtir · 1
  • Rodrigo Contessotto É isso mesmo, Marcos. O rock brasileiro teve sua gênese nos anos 80 como música de protesto. Não condiz com a mentalidade desses promotores toscos de eventos. Ainda bem que o Nasi sempre faz bons shows por aí e dá até para tomar uma cerveja com ele.
    há 13 horas · Curtir · 1
  • Marcos Melo esta conversando com a minha filha eu assisti a uma dezenas de show do ira , degraça quando estavam começando a carreira na faz sentido pagar para vê-los hoje kkkk
    há 13 horas · Curtir · 1
  • Rodrigo Contessotto Eles ainda fazem vários shows gratuitos para o público. Na Virada Cultural em São Paulo, recentemente em Campinas (o Gustavo foi)... algumas cidades ainda oferecem essa opção para a população. Existem gestores públicos que entendem que Cultura é para todos. Evidentemente que não dá pra esperar isso em Maringá.
    há 13 horas · Curtir · 1
  • Marcos Melo Rodrigo Contessotto cabe uma reflexão que tendo me expressar desde que vim morar aqui e não consigo elaborar , o maringa praticamente privatizou o cultura e lazer na cidade , este são entregue aos empresários mas explorarem da maneira que achem necessária , a festa de rodeo na cidade que bate com o aniversario , tem pagar para entrar e pagar consumir tudo que tem la dentro , ate o dia do aniversario você paga , já que tem quer uma kilo de alimento então não pe de graça , to vendo a hora que vão fechar em torno da catedral e cobrar para visita-la
  • Rodrigo Contessotto É complicado morar em uma cidade que tem DONO. Estou em Londrina há dois meses e já percebi a diferença.
  • Guilherme Lino Rock caviar
    há 11 horas · Curtir · 1
  • Gustavo Teramatsu Em Campinas não foi gratuito e tinha área vip sim... Com open bar ainda hahaha
  • Marcos Quinhoneiro Junior Senhores, não é só culpa dos promotores. As bandas hoje cobram muito alto! Para que o show se pague e dê lucro, as categorias foram criadas, assim como no futebol, não acho errado. O mundo de hoje não permite romantismo.
    há 11 horas · Curtir · 1
  • Marcos Melo e assim caminha a humanidade , cade vez mais segmentada e menos homogenia em prol do mercado do consumo , e concordo o romantismo e coisa de gente que viveu em outro mundo , pelo menos tive o prazer de desfrutar deste mundo que ficou no passado .
  • Marcos Melo mas e interessante pois temos ai duas visões distintas uma de que o estado tem o dever de prover a sociedade com cultura e arte arcando como custo , e outro que o Estado não dever prover o cultura e arte e sim o mercado e que tem esta função . fica uma ideia interessante para refletirmos .
  • Marcos Quinhoneiro Junior O estado tem obrigação de prover cultura e arte de forma gratuita para sociedade. Quem não tem essa obrigação são promotores, que tem a promoção de eventos como fonte de renda.
  • Cássio Augusto Almeida Guilherme Você sabe quanto é o cachê da banda? O aluguel do salão? Contratação de seguranças? Aluguel do palco? Aluguel do equipamento de som? Contratação de pessoal para trabalhar? Divulgação da festa? Meses de trabalho! Claro que os promotores de evento visam lucro, afinal, isso não são monges franciscanos. E claro que tem divisão de classes, pq a sociedade e dividida em classes, ué. Tinha quatro setores com preços diferentes, um para cada tipo de bolso. Justo!
  • Marcos Melo a ideia não era defender ou criticar promotores de eventos e sim a função do estado em prover cultura e lazer , ou deixar para o mercado esta função , nada contra os promotores , além do que irão arcar sozinho em caso de prejuízo ,porém é bem que se diga que eventos publico promovidos pelo estado não podem e não deve ter divisão de classe , já os promovidos pelo mercado tem o direito de explorar a divisão de classe em seus eventos segmentando o serviço um determinado publico conforme a renda , e a lei de mercado não entenda isto como uma critica e sim a arte como um negocio a ser explorado se é correto ou não , ai não cabe julgar , que com o bem dito , envolve um custo alto para alcançar o objetivo proposto ., no fundo e o preço que a sociedade paga pela negligencia de um Estado que não entende a cultura e lazer como sua obrigação.
  • Julio Cesar Lourenço Eu não vou em nenhum show que tenha pista vip na frente do palco, acho uma verdadeira sacanagem dos organizadores com o público isso, e não venham com essa dos custos dos eventos, pq sabemos que eles ganham horrores com qualquer show, muito mais do que gastam com a banda e a organização. Nada contra camarote, só não enfiem na frente do palco, isso é segregação sim. Algo que já deveria ter acabado nos eventos culturais no Brasil, mas que ainda persiste, no exterior já baniram essa prática faz tempo, camarote é do lado, no fundo, na pqp, mas não na frente do palco.
    há 9 horas · Curtir · 4
  • Rodrigo Contessotto O objetivo era propor uma reflexão e outros assuntos surgiram, mas o foco era a subdivisão de pistas. O comentário do Julio Cesarme contempla.
  • Rodrigo Contessotto Gustavo, então confundi, haha.
  • Igor Filetti Malgor Todo empresário que contrata um show quer lucrar, e isso não é errado.
  • Geraldo Mosna Julio Cesar Lourenço,enquanto vc escreve em um teclado de computador, tem pessoas no Brasil que não tem nem lápis para escrever.Isso sim é segregação
    há 2 horas · Curtir · 1

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