O BAILE E A CIDADE

Gilberto Velho*

Um dos principais desafios da vida na grande cidade contemporânea é o convívio das diferenças. Vivemos em metrópoles complexas, diferenciadas, com múltiplos estilos de vida, gostos e costumes. Os exemplos são infindáveis e passam por trabalho, religião, origem regional, preferências políticas, esportivas, lazer em geral, etc. A questão do funk volta à tona com a retomada de antigas acusações que o associam à criminalidade e à violência. Por outro lado, hoje existe um movimento cultural que defende e valoriza o funk não só como música, mas como estilo de vida, atitude e expressão artística. Certamente, uma política exclusivamente repressiva e policial está condenada ao insucesso e só acirrará tensões e conflitos sociais. Parece inquestionável que existem situações em que criminosos estão presentes nas festas funk, eventualmente patrocinando-as. Caso existam situações de violência e crimes, cabe à polícia investigar e, caso comprovado, tomar providências.

Mas a generalização apressada e simplista significa desqualificar, estigmatizando todo um conjunto de manifestações associado ao lazer, à festa, e à sociabilidade de boa parte da população do Rio de Janeiro.No entanto, também é indiscutível que há um problema de convivência entre o horário e o som poderoso desses bailes em relação as suas vizinhanças, seja dentro ou fora das comunidades. Diariamente, lemos nos jornais cartas de leitores com reclamações quanto à impossibilidade de repouso e sono de milhares de pessoas prejudicadas pelo total desrespeito às normas básicas de convivência. Nos fins de semana isso fica mais evidente. Na sexta-feira, por exemplo, milhares de moradores de Copacabana e Ipanema são obrigados a ouvir em alto volume o som que vem dos morros.

Normalmente, começando por volta das dez horas da noite, isso se prolonga até seis horas da manhã. Parece-me um caso exemplar para buscar formas de diálogo e de aperfeiçoar nossos padrões de cidadania com pretensões à civilidade. É claro que a solução não é uma operação policial com armas pesadas mas passa, necessariamente, pela ação do poder público. Este deveria desempenhar o papel de mediador entre os freqüentadores e patrocinadores dos referidos bailes e os moradores de suas vizinhanças para se chegar a algum tipo de acordo e negociação. Diga-se, de passagem, que o desrespeito à lei do silêncio não é exclusivo dos bailes funk, mas acontece, por exemplo, nos famosos plays de prédios de classe média, embora sem a mesma intensidade e freqüência. Agora mesmo, no período de festas juninas, aceitou-se como normal os estouros de bombas e foguetes por parte de petizes estimulados por seus devotados pais e avós. Existe, assim, um problema geral de falta de civilidade e capacidade de convivência e respeito mútuo dentro de nossa cidade.

Os bailes funk, sem dúvida, como estão transcorrendo hoje, constituem um problema de convivência com vizinhos que simplesmente querem dormir e se recuperar de suas atividades rotineiras. Mas é fundamental que para lidar com essa questão não se retorne a um padrão meramente repressivo e policialesco. Se há crime e violência comprovados, providências têm de ser tomadas pela autoridade policial. O grande avanço seria estabelecer canais de comunicação e de diálogo que permitissem que as diferenças fossem respeitadas sem que fossem agressões de um grupo contra outro.

* Antropólogo
PUBLICADO EM "O GLOBO", 20/07/2009, p. 7.

Conferência pública na qual você não poderia entrar

Carlos Emar Mariucci JR.

Ontem o dia já começou conturbado com a organização da conferência impedindo que a sociedade civil organizada participasse se credenciamento, iniciando as inscrições as 7h da manhã, horário este omitido aos cidadãos. Com isso centenas de Cargos de Confiança do prefeito ocuparam a plenaria do auditório Hélio Moreira. Além desta sacanagem, os crachás que diziam ter acabado e que por isso não estavam liberando, foi registrado por mim na mão de uma assessora sendo escondido, depois das inscrições já realizadas.

O prefeito Silvio Barros em um lapso de bom senso, se reuniu com representantes de entidades tentando uma solução para que todos pudessem ser inscritos, mas a organização do secretario Guatassara Boera era tão confusa, que nem o regimento foi apresentado, espantando inclusive o prefeito, segundo quem estava nesta reunião. O secretário depois de muito tempo conseguiu apresentar um regimento produzido sabe-se la quando.

Após conversas a conferência foi transferida para a câmara de vereadores, o que já caracteriza irregularidade, pois os únicos que poderiam fazer tal mudança de local seria a plenária, mas como a conferência ainda não havia sido aberta, essa consulta não foi valida. Já na câmara foi definido as proporções de cada segmento e ainda na parte da manhã aberto a conferência, sendo votado e aprovado pela massiva quantidade de CC's, que o regimento deveria ser lido depois do almoço, dando tempo para o que faltava no documento que até então não fora apresentado a sociedade.

Na parte da tarde a conferência já merecia ser anulada pelo ato de abuso por parte do secretário Guatassara que determinou que quem não tivesse feito inscrição na parte da manhã, não poderia entrar na câmara nem como observador, impedindo o direito de cidadãos entrar em um espaço público em uma conferência pública. O secretário teve o apoio de alguns vereadores que se mostraram indignos de ocuparem tal cargo. O vereador Heine Macieira usou de sua arrogância para mandar cidadãos calarem a boca e impedir que outros adentrassem a casa de leis.

A confusão desta conferência ficou pior quando o secretário Guatassara como já havia anunciado antes começou usar de seu autoritarismo censor para cortar o som de representantes da sociedade em suas falas e impedir que estes chegassem ao microfone. O vereador John chegou a segurar uma das representantes, iniciando uma confusão na qual ele junto com um senhor chamado Figueiredo, agrediu um manifestaste chamado Claudio Timossi além de outras pessoas. O vereador John por diversas vezes ameaçou Timossi dizendo: "Eu vou te pegar!", isso tudo registrado em filme por mim, e por isso talvez quando me aproximei do vereador e perguntei, "vereador, porque você vai pegar ele ?", sua resposta foi um soco na câmera.

Após esta confusão, os representantes de entidades ligadas a UEM, a igreja católica, a sindicatos e ongs, entre outras entidades, se retiraram do local alegando que nada daquilo era valido, devido as enormes irregularidades que o processo apresentou.

Junto com outros 5 agredido protocolamos um boletim de ocorrência contra o vereador John e demais capatazes da burguesia, onde anexaremos junto aos videos de todo o dia, ao processo de anulação desta conferência que deveria ter o propósito maior de definir as diretrizes urbanas da cidade, mas o interesse da administração municipal, assim como de alguns vereadores, mostrou ser o interesse dos grandes empresários de imóveis da cidade, com a necessidade de ampliar os terrenos e elitizar os já existentes.

Confira o vídeo que postei a baixo do B.O., que começa com as imagens da sociedade presa para o lado de fora da câmara e em seguida as imagens da confusão e das agressões do vereador citado.

Veja o Vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=WERWT3aW_BE&feature=player_embedded#

A urina da verdade

Seg, 21 Dez, 01h44

Por Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil

À esta altura da semana, você já deve ter visto uma das cenas mais degradantes dos últimos tempos na TV e na internet. Trata-se de uma cena - simulada ou não - em que uma garota desprovida de qualquer traço de inteligência e bom senso expôs sua lamentável figura em uma situação absurdamente vexatória no programa "Rock Estrada", do Multishow, que abordou o cotidiano de uma banda de 19ª categoria chamada Strike.

No vídeo, ela aparece bebendo uma mistura de suco, gelo e urina elaborada pelo baterista, um pateta que parece ter vários cromossomos a menos em seu DNA.

Nem vou discutir se a cena é verídica ou não - isso não importa. O que vale mesmo é a intenção de mostrar qual é o apreço que o artista ou quem quer que tenha uma banda demonstra em relação ao seu fã. Claro que há exceções, mas a grande maioria dos fãs é tratada exatamente como se vê no vídeo: com desprezo, arrogância e imbecilidade.

Filmada e desmoralizada em rede nacional, a garota pagou mais que um papel de trouxa. O que ela mostrou foi simplesmente uma completa falta de respeito para consigo mesma, uma atitude que é muito comum naquele tipo de fã histérica, que suporta ser tripudiada caso isso propicie uma maior proximidade com seu ídolo.

Claro que beber urina é pouco se comparado ao ato de ouvir uma única música dessa "bandeca" do início ao fim. Claro que cada um tem os ídolos que merece. Porém, de forma lamentável, essa garota - que parece não se importar com o que aconteceu, segundo averiguei - deixou claro que elo da corrente que liga uma banda ao seu público não passa de uma maneira de se divertir às custas da imbecilidade alheia. É como se o batera e seus companheiros cúmplices dissessem "é isto que vocês, que vão aos nossos shows e compram o nosso disco, merecem - um copo de mijo bem geladinho".

E outra coisa: parte desse vexame também deve ser creditado ao diretor do tal programa. Ao permitir que tais imagens tenham ido ao ar, ele simplesmente demonstrou o que pensa a respeito do telespectador. Gostaria muito de saber qual seria a atitude do tal diretor se a garota em questão fosse a sua filha ou um parente de algum diretor da emissora...

Sinceramente, alguma coisa precisa ser feita. Caso contrário, teremos no futuro gerações inteiras de idiotas - uma olhada na comunidade da banda do Orkut dá uma boa ideia do que espera os seus filhos daqui a alguns anos. É de estarrecer os mais otimistas. A gente fica com vontade de defender a tese de que certas pessoas deveriam ser impedidas de se reproduzirem.

Tempos atrás, escrevi aqui no Yahoo! um texto que causou certa indignação por parte justamente de uma massa de pessoas pouco pensantes, que não se conformaram em ver sua idolatria ser tratada como tintas racionais. Reproduzo abaixo uma parte desse texto, que cai bem a calhar nesta história toda:

Todo fã é um idiota
Sim, é isso mesmo o que você acabou de ler aí no título deste artigo. Antes de tudo, é preciso deixar claro: fã é todo aquele ser que chora por seu ídolo, que coleciona pastas e pastas com fotos de seu objeto de desejo, que tem seu quarto forrado de pôsteres do alvo de seu fanatismo (palavra que, não à toa, originou o termo "fan" ou "fã", dando uma 'abrasileirada'), que chora na porta de camarim, que passa dias e dias na fila, esperando o momento de entrar no local onde acontecerá o show de seu "amor não correspondido". Ou seja, é o retrato nu e cru, despido de qualquer racionalidade, de um idiota.

Se você é daquelas pessoas que adora o seu ídolo de uma maneira equilibrada, que aprecia o seu trabalho quando o cara manda bem, mas reconhece as pisadas na bola e os vacilos, então você não é um fã, mas sim um admirador. Você simplesmente gosta da banda ou de quem quer que seja. Você não o ama, não chora por ele, não grita, não se desespera quando um pedido de autógrafo é recusado, não pensa em cortar os pulsos quando recebe a notícia que seu "amor" vai se casar com uma outra pessoa que não é você. Você não é um fã. Você não é um imbecil.

E a verdade precisa ser dita, mesmo que ela seja muito dolorida para quem está lendo este artigo neste exato momento: o artista também acha que o seu fã é um idiota.

Ele sabe que esse amor desmedido é uma bobagem, um transtorno hormonal muito comum em adolescentes - embora sejam frequentes os casos de pessoas mais velhas se portando como bobalhões (em caso de dúvida, vá até a porta de um hotel de luxo que esteja hospedando um artista internacional e veja com seus próprios olhos).

O artista quer que você compre o disco dele e vá aos shows, que demonstre explicitamente a sua devoção comprando a camiseta da turnê, a edição especial do CD que está sendo "trabalhado" na turnê, o chaveirinho, o imã de geladeira. Todo artista no fundo, pensa "me ame, me idolatre, compre todas as bugigangas que eu soltar no mercado, mas fique longe de mim". Lamento, mas esta é a pura verdade.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/21122009/48/entretenimento-urina-da.html

*

Visão do Blog:

Olha, eu vi esse programa quando passou, confesso que gosto um pouco da banda, acho suas letras divertas, porém o fato foi realmente repugnante, não há como contestar uma linha do que o Régis Tadeu escreveu, e olha que não gosto de 90% dos textos que ele escreve, a banda vacilou, a produção vacilou em exibir tais cenas. Enfim, realmente um episódio lamentável, que mancha a trajetória da banda.

Se estiver afim de ver o video... clique no link: http://www.youtube.com/watch?v=uBUONjUs_cA

Mili

Foto antiga... do meu quarto com a Mili em Marinque City/SP

Charge

Patricinha mentirosa - Mc Ombrinho

Patricinha mentirosa - Mc Ombrinho

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Patricinha mentirosa
Patricinha mentirosa
Que gosta de esfrega-esfrega

no baile funk rebola a vera!!!
no baile funk rebola a vera!!!
no baile funk rebola a vera!!!

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Olha o que ela faz
Mente pro pai
Mente pra mãe

Patricinha mentirosa
Patricinha mentirosa
Que gosta de esfrega-esfrega

*

Novo hit nacional!!!

Rio de Janeiro foi fodasso!

Voltei!!! A viagem foi muito legal! Visitei vários lugares! Fui num baile funk e pessoal... que medo cara! Mas foi como o pessoal que me levou disse. "É a festa do morro, e para as pessoas do morro, e é a única diversão daquelas pessoas, que nao tem condiçoes de gastar com festas mais elitizadas, e outra, ninguem te chamou ali".

Fiz uma grata entrevista com Saulo Pereira de Mello, que me ajudou de forma unica em minha pesquisa, me passando textos e documentos, esclarecendo várias duvidas, me deu uma aula de cinema, enfim... cara foi muito legal mesmo! Pena que foram apenas 4 dias... queria ficar muito mais, entretanto, espero que novas oportunidades não faltem!

Rio de Janeiro

Pessoal! Estou indo daqui a pouco para o Rio de Janeiro fazer pesquisa de campo e passear um pouco. Domingo estarei de volta! Até lá!

Nomes curiosos registrados em cartório


Video enviado por Kblo Insano

Documentário - O olhar estrangeiro

Sinopse

“Olhar estrangeiro” é um filme sobre os clichês e as fantasias que se avolumam pelo mundo afora sobre o Brasil. Baseado no livro “O Brasil dos gringos”, de Tunico Amâncio, o documentário mostra a visão que o cinema mundial tem do país. Filmado na França (Lyon e Paris), Suécia (Estocolmo) e EUA (Nova York e Los Angeles), o documentário, através de entrevistas com os diretores, roteiristas e atores, desvenda os mecanismos que produzem esses clichês.

Informações
Tamanho: 895 MB
Legendas: Português
Download: Via Torrent

Download

* Olhar Estrangeiro foi um dos 10 projetos selecionados entre 200 documentários para o “Brasil Documenta”, a mais importante mostra brasileira de projetos para documentários. Baixem que vale muito a pena!

Fonte: http://www.bestdocs.com.br

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Sobre Sebastião Salgado

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Eduardo Coutinho

"Querer mudar o mundo com o cinema é uma utopia maluca, mas tudo bem, cada um pode ter a sua. Agora querer mudar o lugar e as pessoas que você está filmando, isso é de uma arrogancia e de um autoritarismo absurdos. De toda maneira, para mudar o mundo, é preciso antes conhecê-lo."

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Mαяjσяiє Mαzuя

O_o

Castelo de Areia

Foto por Angela Miero

Frases do Twiiter do Rodrigo Contessoto

Na Band, Cine Privé; na Globo, Mallu Magalhães. Não sei o que é mais adolescente.

Quero ter um cabelo estiloso igual do Erasmo quando tiver a idade dele.

Estudando Caio Buarque, Sergio Freyre e Gilberto Prado. Se vc não é historiador, desconsidere essa twittada.

Ganhei uma nova oportunidade de prova graças ao professor compreensivo com as angústias acadêmicas. Ufa!

Qdo o professor tirou a minha prova pq eu tava colando, fiquei com a mesma cara do Chaves qdo descobre q tds vão pra Acapulco, menos ele.

Estou pensando no que eu fiz hoje? Estou. Arrependido? Sim. Isso vai mudar minhas concepções? Talvez.

Usando o MSN depois de semanas. Finalmente atualizei a bagaça. Pra variar, não gostei.

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Inocência


Video enviado por Joao Neto

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Peguei a imagem no profile do Antonio Ozaí

Charge

Matanza - O Último Bar (com fotos engraçadas)


Vídeo enviado por Fernando¹³ Camara

Cordel do Fogo encantado se apresenta em Sorocaba

Completando 10 anos de carreira em 2009, o Cordel do Fogo Encantado volta à Sorocaba para apresentar o CD “Transfiguração”, álbum que rendeu à banda o prêmio de melhor compositor pela Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA, para José Paes de Lira. Além do poeta e vocalista Lirinha, o grupo conta também com a força do violão com efeitos eletrônicos de Clayton Barros, a referência rock de Emerson Calado e o peso da levada dos tambores de Rafa Almeida e Nego Henrique, com o apoio de mais dois músicos pernambucanos, trazendo uma nova sonoridade para o grupo. Além do “Transfiguração” o show fará um passeio pelos três álbuns já lançados e trará também músicas inéditas.

SESC Sorocaba

Dia(s) 19/12
Sábado, às 20h.

Local: Parque dos Espanhóis. End.: Rua Campos Salles, s/n – Vila Assis. Grátis.

Jonh Lennnon

John Winston Ono Lennon MBE (Liverpool, 9 de outubro de 1940 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1980)

Homenagem (um tanto atrada) a um dos maiores músicos do século XX

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Tema da vitória tocado no violão


Versão muito bonita do tema da vitória, imortalizado nas vitórias de Ayrton Senna, realizada no violão.

 
©2009 Tempos Modernos | by Júlio César Lourenço