Do Blog do Rigon
O juiz Alberto Marques dos Santos, da 4ª Vara Cível da comarca de Maringá, condenou o professor Luis Carlos Prola a devolver à Universidade Estadual de Maringá R$ 586.553,27, acrescido de correção monetária, além de juros moratórios de 12% ao ano, contados a partir de dezembro de 2007. Prola era professor em regime de dedicação exclusiva, e em 15 de setembro de 1993 afastou-se das atividades para cursar pós-graduação em Lisboa, assumindo o compromisso de, após concluir o curso, trabalhar na instituição por tempo equivalente ao do seu afastamento.
Afastou-se por 48 meses, concluiu a pós-graduação em 14 de setembro de 1996, mas pediu exoneração em 23 de abril de 2002 sem cumprir o compromisso que tinha para com a UEM. "O quadro que se desenha é da falta de responsabilidade para com o ente público, almejando tirar proveitos sem o retorno para a sociedade em geral, objetivo final da entidade públic", diz o juiz na sentença.
Em 2008, o Tribunal de Contas da União condenou Luiz Carlos Prola, ex-bolsista do CNPq, a devolver R$ 618.608,95 ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, pelo mesmo caso.
O juiz Alberto Marques dos Santos, da 4ª Vara Cível da comarca de Maringá, condenou o professor Luis Carlos Prola a devolver à Universidade Estadual de Maringá R$ 586.553,27, acrescido de correção monetária, além de juros moratórios de 12% ao ano, contados a partir de dezembro de 2007. Prola era professor em regime de dedicação exclusiva, e em 15 de setembro de 1993 afastou-se das atividades para cursar pós-graduação em Lisboa, assumindo o compromisso de, após concluir o curso, trabalhar na instituição por tempo equivalente ao do seu afastamento.
Afastou-se por 48 meses, concluiu a pós-graduação em 14 de setembro de 1996, mas pediu exoneração em 23 de abril de 2002 sem cumprir o compromisso que tinha para com a UEM. "O quadro que se desenha é da falta de responsabilidade para com o ente público, almejando tirar proveitos sem o retorno para a sociedade em geral, objetivo final da entidade públic", diz o juiz na sentença.
Em 2008, o Tribunal de Contas da União condenou Luiz Carlos Prola, ex-bolsista do CNPq, a devolver R$ 618.608,95 ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, pelo mesmo caso.

































0 comentários:
Postar um comentário