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Nova comunidade de Sociologia

Tendo em vista a arrogancia dos fatos citados abaixo, me vi na obrigaçao de criar outra comunidade de Sociologia, este realmente democrática e aberta ao diálogo

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=83647685&refresh=1

Excluido da Comunidade de Sociologia do Orkut

Acabo de saber que fui excluido da comunidade de Sociologia do Orkut sem nenhum motivo aparente, alias eu nem escrevo naquela comunidade... se o cara me confundiu ou nao sei lá, mas o caso é que o zé lá que media a tal "comunidade" é um idiota total, se acha maior que os outros e quer dar liçao de moral... leia o que ele me escreveu:

Papai dizia: "Seu direito acaba quando começa o do outro."Enchi o saco de ser democrático, de dar satisfações, de explicar tudo tintin por tintin, de aturar certos acéfalos intelectualóides. A questão é simples: liberdade absoluta de expressão e ação NÃO é democracia, apesar do que certos membros pensam. Vocês abusam da minha paciência e da minha veia democrática, ao criarem tópicos desrespeitosos sob pretexto de "movimentar a comunidade". Se os membros optaram por não participar, paciência. Isso não significa que qualquer zé mané pode vir aqui insultar outrem sob a bandeira da democracia e do respeito à livre opinião. De agora em diante, tópicos serão deletados, e membros banidos, dependendo apenas da minha opinião.É uma triste ironia que alguém tenha que vir aqui autoritariamente ensinar democracia, mas isso é necessário quando se dão pérolas aos porcos, sem dar de brinde um cérebro.P.S. E ai de quem me encher o saco no scrapbook!

Tem nego que se acha o dono do mundo mesmo, vou criar outra comunidade de Sociologia, não se vai crescer, mas ao menos será mais honesta e digna do que essa...

Street Fighter 4

Eu não joguei ainda, mas gostei da avaliaçao imparcial do Outerspace.

Link: http://outerspace.ig.com.br/

Obama tomando uma cerveja

Quando o Lula fala que durante a época em que trabalhava na industria e tomava umas depois do trampo, ele era cachaceiro, vagabundo.... agora quando o Obama vai a um jogo de basquete e toma uma cerveja, ele está prestigiando o esporte e incentivando a industria norte americana... huahauhauah... depois dizem que a sociedade americana que é conservadora...


O legal das imagens é que o cara tá ali , no meio da torcida como uma pessoa comum . Não está em um camarote , não está cercado de puxa sacos , não quer um microfone pra fazer mini comício . Ele está ali , meio que de folga de sua função, se é que presidente pode ter folga...

Ao menos está trabalhando para tentar consertar o estrago que seu antecessor fez e deixou fazerem.

Guitar Rage - Nova versao

O programa Guitar Rage que simula o já clássico dos consoles Guitar Hero recebeu dias atrás nova versão, bem mais moderna e desafiante.

Confira!

Link: http://www.grgame.com.br/downloads_arquivos.asp?filtro=jogo

Enquete - Resultado

E deu Homer Simpson na cabeça!

Venceu a enquete com 10 Votos!

Seguido de perto pelo Bart com 9.

Em breve nova enquete aguardem!

Projeto que cria Museu da Imprensa Comunista abre conflito entre PPS e PCB

23/02/2009 - 09h52

A imprensa comunista ganhará um memorial na casa da Gamboa (zona portuária do Rio de Janeiro), onde em 1950 começou a funcionar a gráfica do PCB (Partido Comunista Brasileiro). O espaço será convertido pelo PPS --que surgiu a partir do antigo "Partidão"-- no Museu da História da Imprensa Operária e Comunista.A homenagem reativou a disputa do PPS com o "novo" PCB, registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e autointitulado herdeiro político do "velho" partido comunista fundado em 1922.O PPS foi criado em 1992 no 10º Congresso do antigo PCB, quando 58% dos delegados presentes decidiram refundar a sigla, adotando uma nova denominação. Os delegados derrotados no encontro se reorganizaram e recriaram o PCB em 1996.
O prédio de 180 metros quadrados e dois andares, situado na rua Leôncio de Albuquerque, será restaurado para abrigar jornais, revistas e livros editados até o fim da ditadura militar (1964-1985).O secretário-geral do PCB, Ivan Pinheiro, 62, procurou a direção do PPS para reivindicar que o PCB também administre o museu. "Não tem sentido o museu ser administrado por quem quis acabar com o PCB. Eles fizeram um ardil jurídico para transformar o PCB no PPS, mas não são os sucessores políticos do Partido Comunista."Para aparar as arestas, os dirigentes do PPS Givaldo Siqueira, 74, e Francisco Almeida, 69, consentiram na participação de outros partidos de esquerda no conselho responsável pelo projeto. "Vamos botar PC do B, PDT e PT no conselho.
Nós nunca trabalhamos com exclusivismo", afirmou Almeida.Segundo Siqueira, o PPS tem financiamento de empresas interessadas em isenção fiscal, além de recursos do fundo partidário. A reforma será feita pelo arquiteto Cydno Silveira, que trabalhou com Oscar Niemeyer.Cesar MaiaPara viabilizar a obra, o então prefeito Cesar Maia, que pertenceu ao PCB nos anos 60, encaminhou à Câmara Municipal um projeto de remissão de todas as dívidas com a Prefeitura do Rio e isenção tributária.Os títulos editados pelo PCB incluíam os jornais "Novos Rumos", "Para todos", "Voz Operária" e "Emancipação". Siqueira cita que, nos anos 40 e 50, estes veículos tinham contribuições de nomes importantes como Carlos Drummond de Andrade, Jorge Amado e Graciliano Ramos."A ditadura empastelou e interditou as gráficas.
Os dirigentes foram processados e passamos a trabalhar na clandestinidade, em subterrâneos, até 1975. Depois, começamos a imprimir a "Voz Operária" em Paris", conta Siqueira.O presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Maurício Azêdo, 74, trabalhou na "Imprensa Popular" em 1956 e 57. Ele recorda que, mesmo antes da ditadura, o irmão Raul Azêdo Neto, então revisor do jornal, participou de mobilizações nas oficinas para resistir às ameaças de invasão pelos adversários do PCB."Eles defendiam as oficinas contra ameaças externas, inclusive de armas na mão. Não houve nunca necessidade de reação a tiros, mas foi um período muito difícil, que exigia muita coragem e resistência", assinala.
-- Partido dos Trabalhadores

James Blunt - Same Mistake

MSNs da vida...


"Ditabranda" Brasil!!!

Agora, a imprensa identifica a ditadura militar brasileira como ditabranda.

*

Algo grave ocorrido na última semana, nos exige alguma atitude coletiva! O jornal "Folha de São Paulo", em editorial de 17/02/09 - Limites a Chávez –, a pretexto de criticar o governo venezuelano, vitorioso em recente referendo, deu forma ao seu editorial, argumentando que a ditadura iniciada no Brasil em 1964 fora uma "ditabranda" em comparação com a Venezuela e Cuba. Obviamente mais uma tentativa de falsear a historia, procurando apresentar como "maleável, branda, suave", a ditadura imposta ao Brasil em 1º de abril de 1964. O resultado frente à tamanha infâmia foi, como não poderia deixar de ser, a indignação geral e a veemente condenação do referido editorial. Entre as cartas enviadas ao "Painel do Leitor", manifestando seu repúdio ao trato editorial, estavam as dos professores Maria Victoria Benevides e Fábio Konder Comparato. Em nova intervenção mediante uma "Nota da Redação", os editores voltam a endossar não apenas o comprometimento com a idéia de que no Brasil houve uma "ditadura branda", como também o fazem ofendendo nominalmente os professores de "cínicos" e "mentirosos" . Nada justificaria tamanha fúria, a não ser o inconfesso reconhecimento dos editores da importância de ambos, sobretudo na incansável luta contra arbitrariedades herdeiras do período desta mesma ditadura que se faz presente na injustiça e violência cotidianas e que, por sua vez, persiste em posições políticas influentes que a pretendem negar ou abrandar, caso exemplar nos editoriais da "Folha de São Paulo".Diante da gravidade do ocorrido, conclamamos nossos amigos e companheiros a assinar a Petição de Indignação e Repúdio ao jornal "Folha de São Paulo" e a manifestar a sua solidariedade aos professores Maria Victoria Benevides e Fábio Konder Comparato.Saudações,Pedro MarinhoApoio ao abaixo-assinado pode ser feito acessando o link:http://www.ipetitio ns.com/petition/ solidariedadeabe nevidesecomparat /index.htmlFavor divulgar!
São Paulo, terça-feira, 17 de fevereiro de 2009



Editoriais Limites a Chávez


Apesar da vitória eleitoral do caudilho venezuelano, oposição ativa e crise do petróleo vão dificultar perpetuação no poder O ROLO compressor do bonapartismo chavista destruiu mais um pilar do sistema de pesos e contrapesos que caracteriza a democracia. Na Venezuela, os governantes, a começar do presidente da República, estão autorizados a concorrer a quantas reeleições seguidas desejarem.Hugo Chávez venceu o referendo de domingo, a segunda tentativa de dinamitar os limites a sua permanência no poder. Como na consulta do final de 2007, a votação de anteontem revelou um país dividido. Desta vez, contudo, a discreta maioria (54,9%) favoreceu o projeto presidencial de aproximar-se do recorde de mando do ditador Fidel Castro.Outra diferença em relação ao referendo de 2007 é que Chávez, agora vitorioso, não está disposto a reapresentar a consulta popular. Agiria desse modo apenas em caso de nova derrota. Tamanha margem de arbítrio para manipular as regras do jogo é típica de regimes autoritários compelidos a satisfazer o público doméstico, e o externo, com certo nível de competição eleitoral.Mas, se as chamadas "ditabrandas" -caso do Brasil entre 1964 e 1985- partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça-, o novo autoritarismo latino-americano, inaugurado por Alberto Fujimori no Peru, faz o caminho inverso. O líder eleito mina as instituições e os controles democráticos por dentro, paulatinamente.Em dez anos de poder, Hugo Chávez submeteu, pouco a pouco, o Legislativo e o Judiciário aos desígnios da Presidência. Fechou o círculo de mando ao impor-se à PDVSA, a gigante estatal do petróleo.A inabilidade inicial da oposição, que em 2002 patrocinou um golpe de Estado fracassado contra Chávez e depois boicotou eleições, abriu caminho para a marcha autoritária; as receitas extraordinárias do petróleo a impulsionaram. Como num populismo de manual, o dinheiro fluiu copiosamente para as ações sociais do presidente, garantindo-lhe a base de sustentação.Nada de novo, porém, foi produzido na economia da Venezuela, tampouco na sua teia de instituições políticas; Chávez apenas a fragilizou ao concentrar poder. A política e a economia naquele país continuam simplórias -e expostas às oscilações cíclicas do preço do petróleo.O parasitismo exercido por Chávez nas finanças do petróleo e do Estado foi tão profundo que a inflação disparou na Venezuela antes mesmo da vertiginosa inversão no preço do combustível. Com a reviravolta na cotação, restam ao governo populista poucos recursos para evitar uma queda sensível e rápida no nível de consumo dos venezuelanos.Nesse contexto, e diante de uma oposição revigorada e ativa, é provável que o conforto de Hugo Chávez diminua bastante daqui para a frente, a despeito da vitória de domingo.

Tinted Window

O que acontece com esses caras da música? O James Iha tocou na maior e melhor banda da década de 90, depois caiu no ostracismo e agora volta com este cabelo ridiculo ao lado do cara do Hanson, tocando uma música decadente... tem uns caras que surtam na vida... sei lá....
O Iha é o novo Michael Jackson, vc já era...
...No site oficial tem um video de uma música!

Kai Zen e sua banda American Tits


Significa?
huahauhauhauhauhauhauhauhauhauhauuha

Robot Monster

Calor!!!

Po, o aquecimento global ta matando em Maringá...

Formatando o PC

Caros leitores, não atualizei o blog estes dias, porque o pc pegou um virus muito do desgraçado que não me deixava fazer uma série de coisas, tive de fazer um backup de emergencia e formatar o pc. Demorou, mas também agora ele tá tinindo...

Carta aberta à futura Secretária de Educação do Rio de Janeiro,Cláudia Costin

Parece que alguém consiguiu exprimir por mim o que eu senti no famigerado pss hoje

*

Carta aberta à futura Secretária de Educação do Rio de Janeiro,Cláudia Costin

Por Declev Dib-Ferreira, em Brasil – país dos absurdos, Desabafo, Educação, Opinião, Política,

Reflexões

Prezada Cláudia,

Sou funcionário do município do Rio, professor de Ciências.Tenho este cargo por mérito próprio, por passar em um concurso, há quase 5 anos - não tenho cargo por indicação política. Li uma matéria com uma entrevista sua no O Globo, dia 08 de novembro de 2008, página 18. Na ocasião, algumas frases e propostas me chamaram a atenção. Tanto pela inocência quanto pela maldade das mesmas. Gostaria de, mui respeitosamente, discutir alguns pontos.

Vejamos: 1 - Você diz que pretende "investir na qualificação de professores, que poderão ganhar computadores portáteis".

Eu agradeço muito o computador, porque estou precisando, pois o meu pifou. Mas isso, sinceramente, não creio que seja investir na qualificação do professor. Já tive a oportunidade de escrever sobre isso por aqui, quando da mesma compra pelo Estado. Tenho um amigo que ficará com 5 computadores portáteis em casa e não sabe o que fazer com tantos. Ele e a esposa são professores, ambos do Estado e da prefeitura do Rio. Já tinham um, ambos ganharam do Estado e ambos ganharão da prefeitura.

Professores, cara futura secretária, querem salário decente. Com ele podem comprar seus próprios

computadores. E muitos já o fizeram, pois o preço baixou bastante. Eu mesmo ia comprar um - como eu disse, o meu pifou - mas não vou. Estou esperando ganhar. Mas preferia um bom aumento de salário para

comprar o que eu próprio escolhesse e ainda aumentar minha renda.

2 - Você faz uma pergunta: "Por que uma cidade que tem tantos mestres e doutores de qualidade não consegue fazer um Ideb compatível com os de países desenvolvidos?".

O Demétrio Weber já respondeu, mas eu insisto em te responder esta pergunta também. E o principal motivo é simples: porque mesmo sendo mestres ou doutores de qualidade, temos que trabalhar em dois, três, quatro ou mesmo em cinco lugares diferentes para poder somar renda e ter um salário "compatível com os de países desenvolvidos"!!! Sem contar as condições em que trabalhamos, secretária, que nem de longe é "compatível com os de países desenvolvidos". A pergunta deveria ser ao contrário: "por que não tratamos como os países desenvolvidos os nossos tantos mestres e doutores de qualidade?".

3 - Por fim, sua maior pérola, a frase "Quando um aluno é reprovado, é sinal que o professor falhou".

Fico muito, muito, muito apreensivo que uma pessoa que tenha este pensamento venha a coordenar a maior rede municipal da América Latina. Para facilitar o entendimento da minha lógica - que pode ser muito profunda para quem nunca entrou numa sala de aula do ensino fundamental de uma escola encravada numa favela - farei um paralelo com o médico. Imaginemos uma pessoa que desde que nasceu não tem cuidados médicos, não se cuida, não faz exercícios, não se alimenta direito, bebe, fuma, é sedentário, estressado etc. Essa pessoa passa mal e vai ao médico. O médico receita remédios e faz uma série de recomendações dizendo que, se não as seguir, ele pode morrer. O doutor marca uma nova consulta para daqui a alguns meses, para verificar o seu progresso. A pessoa não fez nada do que o médico receitou e ainda faltou à consulta. Passa mal de novo e vai ao médico. O doutor dá uma bronca, faz as mesmas recomendações, passa as receitas novamente, marca uma nova consulta. O paciente, mais uma vez não faz o que o médico manda e morre. O médico falhou? Pela sua lógica, "quando um paciente morre, é sinal que o médico falhou". Ou será que neste caso a senhora achará que o culpado é o paciente, já que o médico fez o possível para salvá-lo. Será que o professor também não o faz?

Mas vamos examinar o nosso caso, por partes e desde o início.

a) quando a criança foi concebida, quem falhou foram os pais, que souberam gozar, mas não evitar a gravidez;

b) quando a moça estava grávida falharam ela, o pai, a família e o Estado, que não deram a ela e ao feto um pré-natal decente - ou mesmo um pré-natal;

c) quando ele nasceu e era um bebê cheio de necessidades falharam os pais que colocaram no mundo uma criança sem ter condições mínimas de criá-lo e falhou o Estado em não dar a ele o que necessitava para seu pleno desenvolvimento;

d) quando ele era uma criança falhou o Estado mais uma vez por não oferecer a ele a pré-escola, tão importante no desenvolvimento intelectual e psicomotor nesta idade. Não obstante,este ser um direito garantido pela Constituição Federal: Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: IV - atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a seis anos de idade;

e) nesta mesma idade e até tornar-se o adolescente ao qual a senhora se refere - aluno do fundamental - falham o Estado, as polícias, os bandidos, os filhinhos de papai, os atores da Globo, os artistas e todos aqueles que usam drogas, ao condená-lo a viver em um local extremamente violento, com disputas entre facções rivais, com invasões desumanas de policiais em suas casas e um cotidiano de estatísticas piores que de guerras;

f) quanto à sua moradia, falham os políticos filhos da puta, o Estado, o empresários, os> especuladores, por fazê-lo viver em submoradia, sem o mínimo de conforto, sem espaço para ele, com uma densidade demográfica japonesa dentro de sua casa;

g) falham os publicitários que mentem para que ele não seja ninguém se não tiver o que ele não pode ter;

h) falham as emissoras de televisão ao entrarem diariamente em contato> com ele com imbecilidades que não ajudam em nada seu intelecto;

i) falham os empresários de ônibus que o restringe de andar pela cidade por conta do preço da passagem e do péssimo serviço que oferecem;

j) falham os locais culturais que são inacessíveis a ele (inacessíveis financeiramente ou mesmo culturalmente);

k) falha a sociedade como um todo que o quer longe;

l) falha a estrutura da escola que só o tem em um pequeno período do dia, deixando-o nas ruas no resto das 24h;

m) falha o Corpo de Bombeiros que carrega bandidos carnavalescos desfilando em carro aberto pela cidade, ao mostrar que quem tem valor é quem tem dinheiro, não importa de onde vem;

n) falham os jornais de grande circulação que estampam nas primeiras páginas, praticamente todos os dias, as fotos e colunas de fofocas de traficantes e outros bandidos - inclusive tenho um O Dia que tem a primeira capa toda falando do casamento de um traficante - glorificando quem é bandido, mostrando a ele que esse é o caminho;

o) falha o Conselho Tutelar ao superproteger mesmo quando fazem merda, nada fazendo e não mostrando que além de direitos também tem obrigações;

p) falham as editoras de revistas que só colocam a preço de quase nada as revistas mais imbecis que existem, com fofocas e coisas do gênero; Enfim, apesar de a Constituição prever que "A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade" (Art. 205), a senhora vem me dizer que "quando um aluno é reprovado, é sinal que o professor falhou"? Francamente. É justamente o professor que está lá dentro, cara futura secretária de educação, com o aluno, diariamente, tentando fazer com que ele estude, com que ele dê valor ao estudo, com que ele aprenda! O professor é praticamente o único que quer que ele seja alguém pela educação; o professor que luta contra toda a merda que a sociedade faz com ele desde antes dele nascer, para que ele se salve.

Veja, o que diz a Constituição Federal: CAPÍTULO II - DOS DIREITOS SOCIAIS Art. 6º. São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição. Quais destes direitos o Estado - do qual você tem íntima relação, a ver pelos cargos que já ocupou - oferece ao aluno - e com qualidade? Quase nenhum, né? E você vem me dizer que é o professor que falha, como se só o que fazemos em sala de aula é o que conta, é o que faz um aluno ter sucesso ou não??? Francamente.

Assinado: Um professor mestre, doutorando que tem diversos empregos e luta para que seus alunos possam superar toda a merda que a sociedade faz com eles para que possam ser alguém na vida e que, justamente por se sentir incapaz de fazer isso com o que o Estado lhe oferece, não acredita em reprovação.

PSS 09 II

Como havia premeditado... só dor de cabeça e desorganização a rodo... infelizmente é assim que tratam a educação no país...

Mili


Ainda bem que cachorros não tem que passar humilhação de pss...

Classico do medo... Corinthians e São Paulo

Todo mundo sabia que ia acontecer algo trágico... agora... o que é mais revoltante é o fato de o Morumbi não ter sido interditado, é simplesmente decepcionante a posição dos representantes das instituições do espote... é assim que querem cediar uma copa do mundo?

O estádio tem que ser interditado urgentemente e os promotores do evento punidos... qualquer outra posição, legitima outras e outras arbitrariedades que achavamos estarem eliminadas neste esporte...

PSS 09 I

Hoje estou voltando para Maringá, pois amanha começa o absurdo chamado PSS - Processo Seletivo de alguma coisa, para contratar professores substitutos, na rede de ensino... Sempre esse processo é recheado de contradições e péssima organização, é o modo como os governos do Brasil tratam a educação pública, e isto é generalizado, não ocorre apenas no Paraná ou em São Paulo, mas no Brasil todo... vamos ver no que vai dar... mas não estou esperando nada de bom em tudo isto desde já...

Comentário do Bartolomeu na comunidade de C. Sociais UEM

Tirando a parte da Marcha da Maconha... por razoes estritamente pessoais... concordo com tudo o que ele disse... quem diria...
*
Muitas pessoas, especialmente no movimento estudantil centralizado da UEM, acreditam que a única forma de luta válida é pelas instituições oficiais vigentes. Muitos acham que os movimentos sociais devem ficar estagnados na burocracia estatal, pois leis são leis que são leis. Quem são os estudantes ou outros setores da sociedade para questionar as leis ou, pior ainda, romper alguma lei? Dura lex regi lex. Pixar uma obra pública inutil (nunca ví alguém usando), feita às pressas para favorecer a oligarquia Barros antes da eleição municipal, será o principal resonsável pela campanha de repressão aos estudantes. A prefeitura, que antes nos abençoava com lei seca, bala de borracha, porrada, falta de policiamento fora do vestibular, agora vai se zangar mesmo e reverter sua política gentil. Os estudantes devem tremer de medo quando ouvem o nome Sílvio, mesmo se for apenas o Sílvio Santos. Esqueçam esse negócio de protesto gente, a direita não gosta dessa parada. Escrevam cartas à Sílvio, entreguem flores à polícia, rezem para Jesuis, esqueçam de seu direito constitucional de tomarem se querem e de se manifestarem em público. Aqueles estudantes da USP que invadiram a reitoria, tem que colocar tudo na cadeia, pois dura lex regi lex, aquilo não é permitido. O MST deve deixar de existir neste instante, assim como o MTST e todos os movimentos sociais do Brasil. Aqueles que se atrevem a pixar uma obra do Imperador Sílvo, pior ainda, devem ser degolados. Porém degolados com amor. Os pobres ciclistas de Maringá correm o risco de tropeçar com a pixação e se machucarem. Aliás, a pixação é praticamente uma tentativa de homicídio. Ou, pior ainda, de genocídio. Pessoas correm o risco de ver a obra, e imagine que catástrofe se o índice de popularidade do Sílvio chegasse à cair. O irmão dele pode não ser eleito senador! Deixem de se manifestar galera, a parada agora é entregar rosas à Sílvio e à Polícia, afinal, o amor resolve. Malditos pixadores esquerdistas, estragaram uma obra pública. Agora ninguém pode usar.
A direita que chore, porque certo ou errado, os estudantes vão pixar mesmo esse ano. Os estudantes vão saír às ruas para tomar, festar e se manifestar. A direita corre logo para derramar seu pranto sobre vandalismo e dinheiro público e bla bla bla. Lembro agora à duas questões importantes. Em primeiro lugar, a prefeitura paga o salário de vários guardas municipais para proteger o patrimônio público do município, especialmente a Vila Olímpica. Antes de chorarem porque vai custar 100 reais de tinta à prefeitura para tirar a pixação, porque não perguntam o que é feito com o dinheiro público gasto com a Guarda Municipal, e a rasão da Guarda Municipal não fazer valer o dinheiro que recebe? Oops, esquecí que não posso questionar o Imperador Sílvio. Em segundo lugar, quero lembrar aqueles que mal conhecem as leis da física que, embora a tinta provoque uma ligeira elevação na pista, ela não é suficiente para dificultar ou impedir o uso da pista. A pista mal foi usada até agora, e isso não foi por causa de nenhuma pixação. Cadê o amor gente? O pixador é meu herói, tem mais coragem que esse movimento estudantil mesquinho da UEM. As vezes é preciso agir, em vez de ficar jogando sinuca e vasculhando o orkut. Quando alguma chapa está no comando, vemos a estagnação das lutas estudantis. Mas quando nenhuma chapa está mandando, vemo atos no Willy Davids no meio do ano, atos pelas ruas do Jardim Universitário no final do ano (do qual o Bonde e a Caminhando participaram, porém não comandaram), e sarau improvisado (do qual o Bonde se negou à fazer parte, e após que os computadores do DCE foram usados para imprimir alguns flyers do sarau pelos próprios membros do Bonde, a diretoria proibiu os estudantes de usarem os computadores do DCE). Muito amor gente. Este ano pretendo fazer muito amor. Só não me esperem para entregar rosas à fascistas fardados. Mas podem me esperar para colocar a cara para bater no vestibular e na Marcha da Maconha Maringá 2009.

War Online

Po outro dia tv jogando uma queda com quatro concorrentes. Nisto dois caras começaram a fazer panela e acabei perdendo por conta disso, depois de estar quase a conquistar a Asia inteira e a Europa.... PQP... faltava apenas mais a America do Sul para ganhar a partida.

War se joga com dignidade, ainda que vc perca, tem que jogar com ética e responsabilidade... panela é coisa de *#)(@*$)(*@#()$*)(#@*)$&#@&)%¨$&@#

A fila anda é coisa de vaca

Eu dei a dica da comunidade pro Vonaldo e ele conseguiu fazer mais um tópico épico e instrutivo... huahauhauha

*

tem gente que toma um pé na bunda e já sai anunciando para todo mundo
a fila andaaa:

Tem coisa mais corna que isso ?
Fica com 300homens em uma semana depois soh pra fazer charme...
E o amor, e as palavras?
parece ate prostituta que acaba de transar com um cliente e já vai com outro ! elas sim pode falar
A FILA ANDA...
*******************************

**O destino une e separa as Pessoas,
mas nenhuma força é capaz de nos
fazer esquecer de alguém que nos
fez feliz por um momento**

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=4346120

Logo acima é uma descrição de mais uma comunidade do orkut, atacando a consagrada e tão popular expressão a fila anda. Realmente a tendência é buscar quantidade e deixar de lado qualidade. Hoje em dia há uma busca frenética pelo prazer sexual...Ora se você está em uma relação que visa apenas a tua satisfação sexual sem envolvimento então você está a praticar masturbação a dois!
Tanto se comemora pelos avanços da questão da femilidade, mas vejo que há muito o que se evoluir quanto as mulheres, quiçá a sociedade em geral.
Orgasmo eu posso conseguir sozinho, mas e quanto carinho, confiança e afeto, eu buscarei em uma relação a dois, posso confiar e sentir afeto em um alguém que acabei de conhecer?
Entendo é ótimo transar apenas por tesão, sexo é o que há de melhor para fazer nessa vida, porém será que a prosmicuidade é necessária para se haver o prazer? Será que todas as relações sexuais são realmente prazeirosas? Será que só penetrar uma femea de forma frenética é garantia de prazer? Acho que o sexo tem inúmeras possibilidades prazeirosas para ser experimentado, e isso só é possível se ambos conhecerem seus corpos e do parceiro, e quanto mais houver amor e confiança, cada vez mais o sexo será gostoso de praticar, uma brincadeira sadia que permitirá ambos acordarem felizes e satisfeitos...

Mushroom Kingdom Massacre

E o Mario Bros cansou de ser santinho e salvar a princesa. Agora virou do mal!!!!


Aquecimento Vodstock

Clique na imagem para ampliar


Dia 25 tá chegando! Vamos ver no que vai dar.... huahuahauhaua

Mais pixações

Tirado do blog do Rigon:



O muro da entrada do Colégio Estadual Gastão Vidigal, de Maringá, foi pichado na madrugada de domingo. O texto, que contem erros de concordância possivelmente propositais, repete a famosa frase sobre a educação brasileira: o governo finge que investe, os professores fingem que ensinam e os alunos fingem que aprendem.

É o segundo protesto em forma de pichação que acontece nas imediações. Dias antes havia sido o velódromo da Vila Olímpica, ainda inconclusa.

*

A foto foi o Fernando Delabio do Rotaract que tirou.,,,

Faísca

Preguiça

Ow preguiça de escrever.....

A grande sacada dos neoliberais

Apoiada num discurso desde os tempos de FHC, de que a culpa do desemprego é a falta de qualificação profissional dos trabalhadores, transferiu a responsabilidade pelo desemprego estrutural que vivemos ao desempregado, numa das formas mais cruéis e perversas de exclusão já inventadas: A auto-exclusão.

A auto-exclusão é quando você rezou de cor e salteado a cartilha e mesmo assim continua de fora do mercado de trabalho, então você começa a achar que a culpa não está no sistema, mas em você, que certamente fez algo errado, daí você fica paranóico, procurando chifre em cavalo e passa a aceitar qualquer coisa goela abaixo, afinal, você é um fracassado.

A empregabilidade tem diversas vantagens/sacanagens aos governos e exploradores do mercado.

Faz o otário investir do próprio salário para se qualificar para um serviço que a empresa lhe devia dar;Ocupa o tempo de livre do empregado em preparar-se para continuar empregado, não sobrando, portanto, tempo para reivindicar melhor salário.

Fará com que o otário produza bem mais que o necessário, produção esta que, ao contrário da promoção com que sonha, só abrevia sua demissão;Sempre haverá a desculpa de que está defasado, fora do mercado, então o trouxa volta a injetar as poucas economias que sobraram para tentar se requalificar e sempre chega atrasado.

Soluciona o problema dos governos que, em vez de gerar políticas que criem postos de trabalho e justiça social, transfere pro cidadão a culpa por ser um imprestável;Cria um novo tipo de escravo: o escravo auto-vigiado, que paga para trabalhar e não foge, porque acredita piamente que é alforriado.

Divide iguais e os coloca para competir entre si, criando rivais onde haviam aliados, facilitando a exploração, pois em sua cegueira neoliberal, os empregados beijam a mão que os empurram cada vez pra mais baixo enquanto repulsam dar-se os braços e lutar juntos por condições mais justas de trabalho.

Por fim, escondem que o desemprego é ago inevitável , mesmo que todos fossem qualificados, o mercado não teria capacidade de absorve-los nem interesse, pois desemprego é sinônimo de salários mais baixos e trabalho precarizado.Mas o que queremos e precisamos, é de emprego, dignidade.

Leis justas que distribuam a renda e limite as fortunas pessoais para que todos tenham o direito de trabalhar menos e usufruir mais.Chega de sermos enrolados com desculpas que não agüentamos mais.

O que queremos é trabalho, trabalho pra todos, não conversa mole.O mundo é farto o suficiente para saciar a todos, mas não a ganância de alguns poucos.Portanto, parem de nos enrolar com empregabilidades e sonhos irrealizáveis, queremos igualdade:

Igualdade de condições, igualdade de opções, igualdade de acesso, senão ora dessas vamos todos cruzar os braços e ai vamos ver de fato quem será gado no estouro da boiada.

Jorge Saladino

*

peguei este texto no blog do Noca: http://casadonoca.blogspot.com/

Pearl Jam lançará disco em 2009 de forma independente

O nono disco do Pearl Jam será lançado ainda em 2009. É o que garantiu o vocalista Eddie Vedder à revista Rolling Stone norte-americana.

O álbum chegará às lojas de forma independente. Pelo menos nos Estados Unidos, o disco --ainda sem título-- não terá uma gravadora no comando. Atualmente, a banda ensaia para entrar em estúdio.

O novo CD terá produção assinada por Brendan O' Brien, que já trabalhou com o Pearl Jam nos álbuns "Vs." (1993), "Vitalogy" (1994), "No Code" (1996) e "Yield" (1998). O último disco de inéditas, homônimo e conhecido como o da "capa do abacate", foi lançado em 2006.

Enquanto o novo álbum não sai, o Pearl Jam prepara a reedição de luxo do disco "Ten", o primeiro lançado pela banda. O CD chegará às lojas no dia 24 de março em quatro formatos diferentes. No ano que vem, o Pearl Jam comemora 20 anos de carreira.

Link: http://musica.uol.com.br/ultnot/2009/02/06/ult89u10249.jhtm

Charge

Pensamentos meus no momento de minha maior desilusão

Mais um post épico do blog do vo... o titulo é sensacional

*

O orgasmo é o momento em que a carne habita o mundo astral.

Em mim habita o pupilo e o mestre divagando sobre as leis da natureza.
A necessidade é a mãe dos vícios.

Dentro do circo romano, o público aplaude, joga rosas, entra em êxtase com a ferida de nosso valente herói, porém era esperado que o gladiador sangrasse, mesmo assim ele passa em meio ao escárnio, em resposta a platéia em sua panacéia chega a jogar seus pães em nosso fabuloso herói. Ele não se mostra abatido, na verdade aparenta ser inabalável, totalmente livre de emoções, onde antes havia respiração sobraram apenas sussurros, porém o som é marcante, é hipnótico, como o barulho das ondas ao se chocar aos rochedos, prestes a provocar as erosões, mudando a vida, e as ondas tragam tudo que se encontra na areia, tudo que teimosamente os insensatos teimaram em construir, e o mar, amante de Narciso, está satisfeito com essa refeição.

Nosso herói ferido, por flechadas e machadadas, ri da própria desgraça, assim do mesmo jeito em que a platéia zomba dele, e isso me faz perguntar de forma embasbacada, que força extraordinária faz nosso herói prosseguir?

Outrora ele foi humilhado como nenhum homem foi e jamais será, insultado, ridicularizado, esquecido, deixado, apenas por se rebelar contra Deus, que é natureza, porquanto não lhe é permitido ser poeta, um entendido do amor, pois assim Deus ordenou:
Crescei vos e multiplicai vos.

Ele está levando sua cruz, o Cristo Moisés, andando pelo deserto em círculos, foi contaminado por chagas malignas em sua alma, estando com muita sede e fome de amor bateu na porta da terra prometida, porém não lhe foi permitido entrar, pois ele feriu o pacto sagrado do arco íris, aquele que diz para nunca se mostrar fraco com aqueles que o segue.

Só depois que Moisés virou espírito descobriu que nesse plano carnal o amor é utopia, um sentimento tão elevado só os cosmos pode suportar.

As fábulas que os humanos chamaram de amor nada mais é que insights momentâneos para que aja a procriação da espécie desumana, idêntico a necessidade do alimento ou do repouso.
Por esses dias eu vi a face de Deus, é realmente lindo, mas é inútil explicar, só quem o viu poderá saber a dimensão desse momento.

O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta, quem ama não se arde em ciúmes, não deseja mal, não sente inveja, não ofende, o amor é o refúgio para as horas incertas, e só é livre quem ama.

Deus é o Verbo, a palavra que gera a ação, assim como um corpo sem espírito é morto, uma palavra sem ação não tem valor algum. Portanto quem ama demonstre, através de carinhos e afagos mil, beijos e abraços, com essas demonstrações dizer que ama será quase que desnecessário.

link: http://manfreedo.blogspot.com/2009/02/pensamentos-meus-no-momento-de-minha.html

Maringá fede a barros

Veja o post no blog do Rigon


http://angelorigon.blogspot.com/2009/02/protesto-ou-vandalismo.html#comment-form

Eu particularmente gosto de pixaçoes, principalmente qdo sao inteligentes como foi o caso daquela no NEAD tempos atrás, porém aquela na biblioteca foi lastimável...

Muitas vezes a pessoa nao tem espaço num jornal, revista... ou tempo para reunir um pessoal para organizar uma passeata ou algo parecido...

Pixaçao é algo mais na lata mesmo... e outra para quem nao sabe aquele local da vila é proibido o acesso durante a semana. Tem uma pista de skate novinha ali e ngm pode usar por puro preconceito...

Valeu a iniciativa.... foi genial a frase...

David After Dentist (Português) Legendado



Is this the real life? huahuahuahua...

Coitado do garoto... mas o vídeo é muito engraçado...

Obviedade sobre os sexos

Do Blog do Vonaldo

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Freqüentando o mundo marginal da prostituição eu descobri que as chamadas putas são antes de mais nada mulheres.

Depois comecei a andar pelas metrópoles e comecei a reparar as mulheres comuns, antes de mais nada descobri que são putas.

A diferença de uma mulher com relação a outra mulher é o preço que se paga para deitar.
Homens em todos os sentidos sempre terá que dar duro para satisfazer uma mulher.

link: http://manfreedo.blogspot.com/2009/02/obviedades-sobre-os-sexos.html

LOST - 5º Temporada

Acordei agora de pouco, liguei o pc e fui na comunidade do LOST e.... oloco!!! Já estava o episódio de ontem prontinho pra baixar, legendado e no formato RMVB, que é mais rápido. Pessoal da comu é fã mesmo, não perde tempo...

Chicão + 10 ontem...

As vezes a mãozinha do juiz ajuda bastante... o ruim é depois se tornar igual ao São Paulo e precisar dela sempre...

Prision Break

Assisti o episódio nas madrugadas da Globo e não vi nada que justificasse tamanha audiencia nos EUA, prefiro LOST...

Dilma Rousseff

Tá pegável até a Dilma depois da recauchutagem... (anonimo, corrija se estiver errado a palavra por favor kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)...

Peguei a foto no Rigon...

Cidades históricas de MG vetam axé e funk no carnaval

Quando você pensa que o país está evoluindo socialmente, vem alguém com uma dessa...

*

Três das mais visitadas cidades do circuito histórico de Minas Gerais - Ouro Preto, Mariana e São João Del Rey - vetaram axé, funk, rock ou sertanejo nas folias do carnaval.

Em programações patrocinadas pelas prefeituras e nos espaços públicos, só sambas e marchinhas poderão ser executados nas festas. A medida integra o projeto Carnaval das Cidades Históricas para resgatar o "carnaval de antigamente".

"Queremos trazer para essas cidades pessoas que respeitem o patrimônio e a segurança", afirmou o secretário de Cultura e Turismo de São João Del Rey, Ralph Justino. Para 2010, a meta é atrair para o circuito mais duas cidades históricas de Minas - Diamantina e Sabará. Todas essas cidades atraem milhares de turistas no carnaval. A maior parte deles é formada por jovens.

O turismo de estudantes tem causado problemas para as cidades históricas. Além de gastar pouco, alguns grupos causam danos ao acervo colonial - no caso de Ouro Preto, reconhecido como patrimônio da humanidade pela Unesco. Para Ralph Justino, o "carnaval de antigamente" das cidades históricas de Minas tem apelo para se tornar uma grande atração, despertando o interesse de milhares de turistas de outro perfil. O projeto foi anunciado ontem, em Belo Horizonte. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

link: http://br.noticias.yahoo.com/s/04022009/25/manchetes-cidades-historicas-mg-vetam-axe.html

Trabalho de luto

Relatório da OIT sobre a América Latina e anúncios de demissões nos EUA, na Europa e no Japão apontam para o derretimento dos níveis de emprego em escala global

RICARDO ANTUNES
ESPECIAL PARA A FOLHA
Começam a ficar mais claros os contornos e as primeiras consequências da crise que vem liquefazendo o sistema do capital em escala global. O Fórum de Davos (Suíça) "começa com executivos em pânico" (Dinheiro, 28/1).
Lá, onde estão reunidos representantes das "classes verdadeiramente perigosas", os executivos globais contabilizam o que já é incontável e mergulham numa crise de proporções alarmantes.

Enquanto isso, no outro canto do mundo, em Belém, o Fórum Social Mundial ganha uma impulsão extra.

Isso porque ele vem, desde 2001, denunciando a lógica destrutiva dominante. Se ainda não foi capaz de oferecer um projeto societal alternativo e global para o mundo, contrário aos imperativos do capital, muitos de seus partícipes sabem que o capitalismo é o responsável pela (des)sociabilidade vigente e suas mazelas. Esse sistema poderá até ser ainda mais longevo, mas será sempre empurrado no tranco.

Ora definhando o Estado ao mínimo (no que tange à sua dimensão pública), ora tendo surtos intervencionistas, como este que se abateu no governo de George W. Bush e de seus epígonos.
Mas a crise vive um ciclo prolongado, datado do início dos anos 1970.

Começou destroçando os países do Terceiro Mundo. Um a um, Brasil, Argentina, México, Uruguai, Colômbia, para ficarmos somente em alguns exemplos da América Latina, foram mergulhados no estancamento e na recessão, o que fez desmoronar o pouco que esses países construíram no capítulo dos direitos sociais do trabalho.
Mas isso foi só o começo: depois foi a vez, no fim dos anos 1980, de levar à bancarrota o chamado "socialismo real" (União Soviética e o restante do Leste Europeu). Menos do que expressão do "fim do socialismo", esse fato antecipava uma nova etapa da crise do próprio capital.

No olho do furacão
No presente, depois do seu epicentro ter passado pelos principais países capitalistas (Japão, Alemanha, Inglaterra e França), chegou ao coração do sistema: os EUA estão agora no olho do furacão.
E, com isso, uma vez mais se acentua o caráter pendular do trabalho.

Nos países que vivenciaram traços do Estado de Bem-Estar Social, especialmente na Europa social-democrática, o dilema se colocou (ainda que sem tocar na raiz do problema) entre trabalhar menos e viver as benesses do ócio, curtindo o "tempo livre" (vale a indagação: será mesmo tempo livre, sem aspas?).
Trabalhar menos, para todos viverem uma vida melhor, tornou-se consigna forte.

Mas na América Latina (e o mesmo vale para a Ásia e a África) a dilemática tem uma profundidade ainda maior.
Neste verdadeiro continente do labor, o pêndulo é ainda mais ingrato em seus dois polos opostos: ele oscila entre trabalhar ou não trabalhar; entre encontrar labor ou soçobrar no desemprego.
Mais precisamente, entre sobreviver ou experimentar a barbárie, pois o Estado de Bem-Estar Social sempre andou muito longe daqui.

Migalhas
No meio do caminho, uma massa monumental de assalariados vivenciando uma precarização estrutural do trabalho em escala continental. Crianças, negros, índios, homens e mulheres trabalhando no fio da navalha.

Conforme recordou Mike Davis, em seu "Planeta Favela" [ed. Boitempo], "não é raro encontrar [na América Central] empregadas domésticas de sete ou oito anos com jornadas semanais de 90 horas e um dia de folga por mês" ("Child Domestics", Domésticas Infantis, relatório da Human Rights Watch de 10/6/2004).

Com a crise, o quadro se agrava: no recentíssimo "Panorama Laboral para América Latina e Caribe - 2008" (Organização Internacional do Trabalho, 27/1), o cenário social apresentado é de tal gravidade que beira a devastação.

Se o desemprego diminuiu nos últimos cinco anos, o relatório da OIT antecipa que, "devido à crise, até 2,4 milhões de pessoas poderão entrar nas filas do desemprego regional em 2009", somando-se aos quase 16 milhões já desempregados (sem falar no "desemprego oculto", nem sempre captado pelas estatísticas oficiais).
Ou seja, o que se conquistou em migalhas, a crise derreteu no último trimestre de 2008.

Se, no centro do sistema, têm-se as maiores taxas de desemprego das últimas décadas, no continente latino-americano esse quadro se agudiza.

Na maioria dos países houve retração salarial; as mulheres trabalhadoras têm sido mais afetadas, com taxa de desemprego 1,6 vez maior que os homens, e o desemprego juvenil, em 2008, em nove países, foi 2,2 vezes maior do que a taxa de desemprego total. A informalidade, que era exceção no passado, torna-se a regra.

Flexibilidade
No Brasil, a "marolinha" já desempregou milhares de trabalhadores na indústria, nos serviços e na agroindústria (atingindo até o etanol do trabalho semiescravo).

O país, que o governo Lula afirmou ter uma economia estável e refratária à crise, está vendo a cada dia a corrosão dos níveis de emprego. O empresariado pressiona mais uma vez para aumentar a "flexibilidade" da legislação trabalhista, com a falácia de que assim se preservam empregos.

Nos EUA, na Inglaterra, na Espanha e na Argentina, entre tantos outros exemplos, flexibilizou-se muito. Fica a indagação: por que então o desemprego vem se ampliando tanto nesses países?

Para concluir, vale adicionar mais uma contradição vital em que o mundo mergulhou, quando o olhar vai além do cenário televisivo oferecido pelo contagiante "big brother" global: quando se reduzem as taxas de emprego, aumentam os níveis de degradação e barbárie em amplitude global.

Se, em contrapartida, o mundo produtivo retomar os níveis altos de crescimento, esquentando a produção e seu modo de vida fundado na superfluidade e no desperdício, aquecerá ainda mais o universo, o que é mais um passo certo para uma outra tragédia já bastante anunciada.


RICARDO ANTUNES é professor titular de sociologia na Universidade Estadual de Campinas e autor de "Adeus ao Trabalho?"

Sejam Menos Talentosos

Do Site Bigorna.net
Link: http://www.bigorna.net/index.php?secao=cinema&id=1233677152

SEJAM MENOS TALENTOSOS
– Nada contra, aliás. Tudo a favor. E das fábulas principalmente. Falando de Cinema Argentino, o professor, cineasta e roteirista Jean-Claude Bernardet respondeu maravilhosamente a uma pergunta de um jornalista sobre as diferenças entre Cinema Brasileiro, Europeu e Argentino. Ele falou que nosso cinema se distancia de todo o resto do Cinema Latino porque quer ser americano, quer ser muito técnico, certinho demais, e assim se esquece dos personagens, dos diálogos, dos roteiros e das histórias, que nosso Cinema se afasta porque se esquece de ser humano, humanizado. Bernardet continua que assim o Cinema Latino, em sua latente vida, aproxima-se mais do Cinema Europeu, pois ambos levam muito a sério a fábula a ser contada, com a humanidade necessária. O jornalista perguntou a Bernardet que conselho ele daria, então, aos cineastas brasileiros. Ele não teve dúvida e disparou: "Sejam menos talentosos". Está dado o recado.

Balanço do FSM

Balanço da organização do FSM

1. Total de participantes – 135 mil
2. Participantes inscritos no acampamento – 15 mil
3. Crianças recebidas na Tenda Curumim-Erê – 3 mil crianças
4. Trabalhadores voluntários, tradutores, equipe técnica e representantes de entidades organizadoras – 4.830
5. Expositores de tendas, feira institucional, feira da economia solidária, restaurantes e lanchonetes – 5.200
6. Eventos culturais – 200
7. Artistas – 1000
8. Profissionais comunicadores da imprensa oficial, mídia alternativa ou freelancer – 4.500, sendo 2.500 credenciados e 2.500 à distância.
9. Entidades e organizações inscritas – 5.808
10. Atividades autogestionadas inscritas – 2.310
11. Veículos de comunicação credenciados - 800 veículos de equipes de 30 países
12. Pesquisas de perfil de participantes - aproximadamente 2.150 entrevistas por amostragem
Distribuição por continentes

África - 489
América Central - 119
América do Norte - 155
América do Sul - 4.193
Ásia - 334
Europa - 491
Oceania - 27

Por:
Prof. Lejeune Mirhan
Presidente do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo

O Salário do Medo

Para quem faz o curso do Giovanni Alvez e não conseguiu encontrar o filme da aula desta semana, o disponibilizo abaixo




Tipo de arquivo: RMVB
Áudio: Francês
Legenda: português
Tamanho: 575 MB
Duração: 148 minutos
P/B

Título Original: Le Salaire de La Peur
Gênero: Drama
Origem/Ano: FRA-ITA/1952
Direção: Henri-Georges Clouzot
Copiado de:RapaduraAzucarada - Stirner




Prêmios: Academia Britânica - Prêmio de Melhor Filme
Festival de Berlim - Prêmio Urso de Ouro (Henri-Georges Clouzot)
Festival de Cannes - Grande Prêmio do Festival (Henri-Georges Clouzot)
Festival de Cannes - Menção Especial por sua atuação (Charles Vanel)

Elenco
Yves Montand
Charles Vanel
Peter van Eyck
Antonio Centa
Luis de Lima
Jo Dest
Darío Moreno
William Tubbs
Véra Clouzot
Folco Lulli
René Baranger
Grégoire Gromoff
Pat Hurst



Sinopse:

No começo tudo parece desinteressante, mas, aos poucos, um clima de suspense toma conta da história e o espectador fica sem fôlego, tal o ritmo emocionante que Clouzot imprime a seu filme - narra a vida sem
perspectivas de quatro estrangeiros num vilarejo de país não
especificado da América Central. Mario (Yves Montand) vive de bicos e sonha em voltar para a França. Uma companhia de petróleo americana, que domina a região, vai pagar US$ 2.000 para que ele vá, junto com os três amigos, levar um carregamento de nitroglicerina para explodir um poço de petróleo em chamas. Todos estão dispostos a arriscar a vida e fazem a viagem nas esburacadas estradas, onde qualquer solavanco mais forte poderá jogar os aventureiros pelos ares. Houve um remake desse filme em 1997, Sorcerer, dirigido por William Friedkin.

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Vivendo e aprendendo

Hoje estava imprimindo um texto, mas como era em PDF, não conseguia aumentar o tamanho dele. Nisso imprimi do jeito que estava mesmo, mas quase no final do processo acaba a tinta. Dai pensei, quer saber vai numa papelaria e acabo de imprimir e encadernar lá, peguei as moedas que sempre guardo para ocasiões como esta e fui até a primeira que encontrei. Chegando lá, a pessoa que atendia era um senhor por volta de uns sessenta anos. Entreguei o pen drive e falei as paginas para ele imprimir, nisso ele apertou umas duas teclas e aumentou em segundos o texto que eu fiquei me matando e não consegui aumentar... fiquei só olhando... nem comentei para não passar vergonha....

Moral da história... nós que achamos que sabemos tudo de informática ou de qualquer outra coisa, temos sempre a aprender com os mais velhos.

500 Posts

Este é o post de número 500!!!

Quem diria que o blog chegaria a esta marca. Comecei ele por acaso, depois foi engrenando aos poucos, hoje, procuro escrever um pouco a cada dia.

Para comemorar, claro, tinha que colocar algo dos Smashing Pumpkins, escolhi o clip que mais gosto deles, 1979.

Até logo!


Recomendo - Nova York Sitiada



Passou ontem de madrugada na Globo, filmasso, excelente roteiro, atuações, contexto e discussões políticas, já havia assistido, porém clássico é clássico, vale sempre a pena rever.

Sinopse: Agente oficial do FBI (Denzel Washington), oficial da CIA (Annette Bening) e general (Bruce Willis) unem forças para capturar perigoso grupo de terroristas que plantam bombas em diversos lugares de Nova York, levando a cidade ao caos.

Fonte: Adoro Cinema - http://www.adorocinema.com/filmes/nova-york-sitiada/nova-york-sitiada.asp

Faísca

Naiá - BBB9

Que todo mundo no Big Brother só fala besteira, isso todo mundo já sabe, agora proferir afirmaçoes preconceituosas e racistas, gratuitas e sem qualquer fundamento e discernimento, passa de qualquer limites...

A candidata Naiá, li no jornal agora de manha soltou duas frases absolutamente lamentáveis.

Depois de perder a primeira prova do líder, quando a casa ainda estava dividida soltou essa:
"Lá está faltando fé. Um deles é judeu", afirmou Naiá, se referindo a Leonardo e deixando Ralf indignado. "A fé dele é diferente, não combina", seguiu a mulher mais velha da casa.
Dias depois mandou essa que é ainda pior. Contando uma história sobre a família dela, disse indignada que o genro dela trocou a filha dela por uma mulher pobre e de cor! Alexandre (que estava participando da conversa) baixou a cabeça e saiu no momento. Nessa mesma história ela falou que estourou o ouvido da filha dela com um tapa e ficou saindo sangue.

Tatuagem

ENTREVISTA: CHICO DE OLIVEIRA

"Vargas redefiniu o país na crise de 30; a chance é que o PT faça o mesmo na primeira grande crise da globalização"

Em entrevista à Carta Maior, Chico de Oliveira analisa o que considera ser a primeira grande crise da globalização capitalista. "Estamos diante de algo maior que a própria manifestação financeira da crise; algo que persistirá para além dela e condicionará todos os passos da história neste século", afirma. O sociólogo torce para que o PT tenha coragem e capacidade para ajudar o país a deflagrar um ciclo inédito de investimento pesado na economia. "Algo como criar cinco Embraer's por ano", exemplifica.

Dona Joventina preconizava para o filho Francisco Maria Cavalcanti de Oliveira uma carreira venturosa no sacerdócio. Chico, porém, era apenas um em uma prole de onze; isso deve ter facilitado a desobediência ao roteiro materno. O desvio do percurso o levaria ao engajamento profano que começou com a adesão ao Partido Socialista, aos 20 anos de idade; mas nem por isso a rota gauche o afastou da leitura dos evangelhos. É tomando emprestado a palavra dos profetas que o sociólogo nascido em 7 de novembro de 1933, em Recife, companheiro de Celso Furtado no início da Sudene, fundador do PT e do PSOL, hoje um analista mordaz de ambos com reflexões que incomodam mas não são ignoradas, resume as esperanças –“talvez fosse melhor dizer a torcida”, retifica— em relação ao papel que a esquerda brasileira, especificamente o PT, poderá jogar diante do que classifica como a “primeira grande crise da globalização capitalista”.

“Aproveitai as riquezas da iniqüidade, aproveitai”, acentua o sociólogo, doutor honoris causa pela USP e pela UFRJ. Chico adiciona à evocação de São Paulo um sentido de engajamento que resume a brecha diante da qual, à moda gramsciana - cético na razão, otimista na ação, torce por um aggiornamento do projeto petista para a sociedade brasileira.

“Naturalmente, todas as outras crises foram globais devido ao peso da centralidade capitalista no processo, mas essa”, observa com entusiasmo intelectual na voz, “é a primeira crise da globalização do capital; uma crise de realização do valor que tem na derrocada financeira sua epiderme mais visível, mas não a essencial”.

O cerne do colapso sistêmico decorreria, no seu entender, da fantástica ampliação da fronteira da mais-valia nos últimos 20 anos. “Oitocentos milhões de pares de braços foram incorporados ao mercado de trabalho mundial com o avanço econômico da China e da Índia”, dimensiona. A riqueza produzida por esse perímetro dilatado da exploração capitalista –“que alia salários miseráveis à tecnologia de ponta”-- agregaria ao sistema “uma usina de extração de mais-valia relativa de proporções inauditas”. Um fluxo incapaz de se realizar nos mercados de origem, “onde é muito baixo o custo de reprodução da mão-de-obra”.

O sociólogo extrai daí a convicção de que se trata de uma crise do modo de produção no apogeu da globalização capitalista. Não apenas uma derrapada na gestão financeira do sistema, como acreditariam analistas da própria esquerda. Se a potencialização da mais-valia gerou sobras de capital na periferia para sustentar o déficit norte-americano –a China tem US$ 1,1 trilhão investido em títulos do Tesouro - e barateou o consumo no coração do império, numa endogamia até certo ponto vitoriosa, por outro lado não elevou os salários de ricos, nem de pobres. Ao contrário, depauperou o mundo do trabalho urbi e orbe. “A quebradeira imobiliária é um sintoma dessa contradição clássica, amplificada, entre a globalização do valor e a impossibilidade de realizá-lo na mesma escala porque não há poder aquisitivo equivalente, nem na periferia nem no núcleo do sistema”, reafirma.

Chico pede calma ao entusiasmo afoito; não, ele não antevê um horizonte de derrocada final do capitalismo –“não se destrói o capitalismo, o capitalismo se supera”, reporta a Marx. Mas os dias que correm sinalizariam no seu entender uma inegável e brutal reacomodação de forças em escala planetária; aquilo que, insiste, será periodizado no futuro como a primeira grande crise da globalização capitalista. É aí que enxerga um hiato no hegemon norte-americano. A trinca descortina também uma fresta de esperança política —“torcida”, como ele prefere-- em seu ceticismo intelectual. É através dela que Chico contempla a oportunidade crucial para o país, para a esquerda e para o PT –“aproveitai as riquezas da iniqüidade, aproveitai ...”

A urgência norte-americana em lamber as próprias feridas – “disso será feito em boa parte o governo Obama”— inaugura uma janela obrigatória de rediscussão do desenvolvimento brasileiro. É valioso lembrar que o raciocínio parte do autor de um texto clássico da radiografia analítica do desenvolvimento nacional. É de 1975 seu famoso ensaio “Economia brasileira: crítica da razão dualista”. Com ele, e com o golpe de 64 fechou-se o ciclo da crença na existência de dois brasis, um capitalista, outro atrasado, dualidade que legitimaria sonhos reformistas desastrosos ancorados na suposta existência e disposição modernizante de uma burguesia nacional “aliada”.

O hiato de reacomodação capitalista que se abre agora, ao contrário, reservaria à esquerda, no seu entendimento, uma paradoxal possibilidade de repetir a história modernizante , mas não como farsa –“o que seria uma tragédia”-- e sim como ousadia e criatividade condensadas em um projeto democrático popular. “Trata-se de recriar um 1930 do século XXI”. A alegoria serve apenas para resumir o torque que se cobra das forças dispostas a superar a crise como requisito obrigatório para derrotar a coalização conservadora liderada pelo PSDB em 2010. “Na grande crise capitalista de 1930 tivemos uma reordenação do desenvolvimento brasileiro enfiada goela abaixo da plutocracia paulista”, lembra Chico de Oliveira para dar o crédito à visão de estadista de Getúlio Vargas. “Aquele foi um projeto arquiteto por cima; desta vez trata-se de fazer uma reordenação tão profunda,ou maior; mas induzida por baixo, pelas forças sociais da base da sociedade brasileira em nosso tempo”.

O PT, no seu entender, seria o operador desse aggiornamento histórico do desenvolvimento. “É quem dispõe de massa e de liderança, enquanto os demais agrupamentos socialistas constituiriam a ponta de lança instigadora do processo”. Em defesa provocativa dessa tese, o sociólogo exemplifica cobrando a metamorfose daquilo que já caracterizou, no calor do debate político, como “uma nova classe”: “O PT tem a força sindical; a estrutura sindical tem todos os fundos de pensão sob seu controle”, cutuca. A chance de emancipação do país na atual crise seria uma inusitada demonstração de competência e ousadia política da esquerda na canalização de fundos públicos para deflagrar um ciclo inédito de investimento pesado na economia. “Falo em se criar algo como cinco EMBRAERs por ano; acelerar o crescimento e dar um novo rumo à economia e à sociedade”, entusiasma-se no seu raciocínio. “Se um estancieiro gaúcho fez isso na crise de 1930 porque uma Dilma, que honestamente só conheço através da má vontade explícita da mídia; ou, quem sabe, um Gabrielli (presidente da Petrobrás), não poderiam ser instrumentalizados para fazê-lo na crise atual?”. A pergunta recebe da mesma voz uma ponderação pausada: “Devemos tratar essa possibilidade com uma discussão ampla e aberta; não oficialista, tampouco sectária, menos ainda cravejada de acusações entre petistas e não petistas. O que está em jogo é uma reacomodação brutal de forças; se ela devolver o poder aos tucanos aí sim estaremos fritos: eles ficarão aí mais dez anos”.

Leia a seguir trechos da entrevista de Francisco de Oliveira à Carta Maior:

Carta Maior - A crise financeira atual repõe a centralidade do trabalho, ou seja, devolve à esquerda o sujeito histórico que ele acreditava ter se esfarelado na história?
Chico de Oliveira - Na verdade, não concordo que essa seja uma crise financeira; tampouco acho que a sua origem esteja nos mercados financeiros centrais. A meu ver estamos diante de uma crise da globalização do capital. Todas as outras também foram crises globais, claro, devido à centralidade do capitalismo norte-americano. Mas essa crise não floresce exatamente num ponto geográfico; à rigor, se formos localizá-la seria na incorporação da mais-valia gerada na China e na Índia nos últimos vinte anos; novidade esta que influenciou o conjunto da globalização capitalista e redundou no atual colapso; uma crise de realização do valor. O sintoma financeiro é sua manifestação mais evidente, mas não a sua essência.

CM - A essência seria o barateamento da mão-de-obra mundial?
Chico - A essência é a impossibilidade de realizar o valor gerado por ela; ou seja a mais-valia extraída da incorporação adicional de 800 milhões de novos operários baratos ao mercado de trabalho mundial. Isso produziu uma revolução na medida em que dobrou ou triplicou a oferta de mão-de-obra oferecida ao capitalismo, dilatando a fronteira da mais-valia, sem contudo propiciar uma expansão equivalente da capacidade de realizá-la.

CM - Por quê?
Chico - Porque o custo de reprodução de mão-de-obra nas sociedades onde se expande a nova fronteira da mais-valia, casos da China e da Índia, principalmente, é muito baixo, ainda que a exploração esteja aliada à tecnologia de ponta. Estamos diante de uma crise clássica de realização do valor, amplificada; uma crise da globalização capitalista. O colapso das hipotecas nos EUA é a manifestação disso. De um lado, a produção na China e na Índia barateou o consumo norte-americano; propiciou também sobras de capital na periferia para financiar o Tesouro dos EUA. A China sozinha tem mais de US$ 1 trilhão aplicado em papéis do governo Bush. De onde saiu esse dinheiro? Certamente não foi geração espontânea. É mais-valia extraída do operário chinês que não se realiza lá porque o custo de reprodução da mão-de-obra local é baixíssimo.

CM - Mas a crise não marca o esgotamento dessa endogamia China/EUA?
Chico - Ela funcionou bem durante algum tempo e continuará a girar porque é proveitosa aos dois lados. Ao mesmo tempo a engrenagem esfarela o mundo do trabalho urbi e orbe; os assalariados norte-americanos simplesmente não têm fonte de renda para o padrão de consumo que ainda desfrutam; estão devolvendo casas e vão morar em garagens coletivas, dentro dos seus carros. Obama teria que elevar brutalmente o poder aquisitivo dessa gente para contornar a crise. Fará isso? Honestamente, não sei dizer. O fato é que as implicações desse processo devem ser estudadas cuidadosamente; estamos diante de algo maior que a própria manifestação financeira da crise; algo que persistirá para além dela e condicionará todos os passos da história neste século

(NR – CM levantou alguns dados que reforçam as preocupações de Chico de Oliveira: a incorporação ao mercado capitalista da produção chinesa, indiana e de países da antiga União Soviética colocou trabalhadores de todo mundo em concorrência internacional direta pela primeira vez na história; trabalhadores ocidentais tornaram-se minoria num mercado mundial que ganhou 1,2 bilhão de operários adicionais nos últimos 30 anos; 350 milhões de trabalhadores treinados, e mais caros, do Ocidente, responsáveis pela maior parcela da produção global até recentemente, estão sendo desalojados de empregos e salários; das 3 bilhões de pessoas ativas no mercado global hoje, metade ganha menos de US$ 3 por dia.

A China, a nova oficina do mundo, tem um custo/hora do trabalho de US$ 0,60, contra média de US$ 30/h na Alemanha, US$ 21 nos EUA e cerca de US$ 4,50 no Brasil .Resultado: dados compilados pela Comissão Européia revelam que a parcela de riqueza destinada atualmente aos salários é a mais baixa desde 1960 (o primeiro ano com dados conhecidos). Em contrapartida, a riqueza abocanhada pelos detentores do capital financeiro vinha batendo recordes seguidos até o colapso atual. A produtividade ao mesmo tempo não pára de crescer –desde 2001, cresceu 15% nos EUA e saltou em média 8% a 10% ao ano na China. Entre 1990 e 2004, a participação dos produtos chineses no total de bens importados pela AL cresceu de 0,7% para 7,8%. No mesmo período, a fatia dos produtos brasileiros na região subiu de 5,3% para 6,5%).

CM - O que o senhor está dizendo é que a tentativa de equacionar a crise a partir de sua manifestação financeira não basta ?
Chico - É isso. A contribuição de Chesnais à compreensão da dinâmica capitalista foi importante num outro momento porque os marxistas sempre tiveram dificuldade em lidar com a questão financeira. Mas a interpretação chesniana não dá conta da crise atual. É uma crise de realização do valor.

CM - 1930 também foi uma crise de realização do valor e se resolveu....
Chico— Uma crise de realização do valor circunscrita ao território das economias centrais. Ainda assim exigiu um Roosevelt; e uma Guerra mundial para ser contornada. Esse paralelo apenas reafirma a gravidade do que temos diante de nós; e o que temos é uma crise da globalização à 29; o ferramental dos anos 30 não dá conta disso.

CM - O receituário keynesiano?
Chico - As opções keynesianas valiam para uma economia fechada que podia conter a livre movimentação de capitais; hoje você precisaria de um dinheiro mundial para regular a parafernália financeira; socorrer déficits em conta corrente e harmonizar desequilíbrios comerciais etc. O dólar não é isso; o dólar é uma moeda hegemônica, não é o dinheiro único que o instrumenal keynesiano necessitaria para ter eficácia atualmente.

CM - Estamos diante de um longo processo de solavancos e limbo sem redenção...
Chico - Uma crise longa, dura, que exigirá reacomodação brutal de forças e vai impor mudanças em todo o mundo e no Brasil também. Mas não tenhamos ilusão: o capitalismo não chegou ao limite. Tampouco é o fim da associação China/EUA; de algum modo ela prosseguirá porque é proveitosa aos dois lados. Ademais, o capitalismo não se destrói, ele é superado, como o leitor atento de Marx bem sabe.

CMQue espaço sobra para a periferia do sistema, caso do Brasil, entre outros?
Chico – Estamos emparedados entre a concorrência chinesa e a desordem financeira no coração do capitalismo. A crise nos pega no meio do caminho e, naturalmente, não podemos regredir e adotar um padrão chinês de salários de miséria. Alguns até gostariam, mas não dá, felizmente não dá mais e tentar seria uma calamidade social de proporções incalculáveis.

CM - Qual opção à paralisia, se é que existe uma - e viável?
Chico – Não existiu Vargas em 1930? A opção é uma soma de coragem política e investimento público pesado. Criar algo como cinco EMBRAERs por ano em diferentes setores; promover uma superação do modelo ancorado-o agora em forças sociais da base da sociedade. Carlos Lessa sugeria isso no BNDES, no começo do governo Lula; não deixaram...

CM - Mas o Brasil de Vargas não existe mais...
Chico - Para Getúlio também não foi fácil, mas ele fez. E fez à revelia da plutocracia mais poderosa do país; enfiou seu projeto goela abaixo da burguesia paulista e se firmou como um estadista da nossa história. A elite paulista jamais admitirá, mas ele foi o grande estadista do desenvolvimento nacional.

CM - Haveria espaço para esse salto nas condições do capitalismo do século XXI?
Chico - A crise é tão grave que abre um período de suspensão do hegemon; não sua derrocada, mas um hiato para lamber as próprias feridas. Isso tomará boa parte do tempo e das energias desse Obama, em relação ao qual, diga-se, não compartilho do otimismo de muita gente de esquerda. Mas o fato é que ele estará ocupado e com uma quantidade apreciável de problemas. Abre-se um espaço, portanto. Talvez até mais que isso: haveria uma potencial complementariedade de interesses se tivéssemos aqui um arranque de investimento público pesado. Isso de certa forma repercutiria positivamente no coração da economia norte-americana. Estamos diante de uma fresta histórica: uma suspensão do hegemon e um espaço de complementariedade para remar na mesma direção, o que poderá favorecer os dois lados a sair do buraco...

CM - Internamente a elite talvez não veja as coisas assim, como propriamente complementares, quando se associa crescimento a um arranque pesado de investimento público.
Chico – Nossa burguesia se transformou em gangue. Expoentes nativos são figuras do calibre de um Daniel Dantas ou esse Eike Batista que opera dos dois lados da fronteira boliviana; não se pode contar com protagonistas dessa qualidade para qualquer coisa, menos ainda para uma agenda de desenvolvimento. Não há saída por aí. Mas o Brasil também não teria saído da crise de 30 se Vargas fosse esperar a mão estendida da plutocracia de São Paulo, por exemplo. Ele ocupou o espaço e fez.

CM - Logo...
Chico – Logo precisaria reinventar o PT; um PT com a ousadia de um Kubitschek e de um Vargas; para fazer por baixo o que eles tentaram e fizeram por cima; um arranque do desenvolvimento induzido pela base social para mudar a economia e a sociedade. Cinco EMBRAERs por ano e ponto final.

CMO senhor acredita nesse aggiornamento do PT?
Chico - Se depender de torcida para que aconteça tem a minha. A lógica de acomodação de forças que a crise mundial impõe é de dimensões tão brutais, tão inauditas que exige da esquerda brasileira um desassombro igualmente inusitado.

CM - E os recursos para esse ciclo de investimentos pesados?
Chico - O PT tem a base sindical e a base sindical tem o controle de todos os fundos de pensão (NR: os fundos de pensão aplicam apenas na dívida pública federal recursos da ordem de R$ 155 bilhões de reais). Então tem recursos para serem remanejados e repactuados com a base trabalhadora; dentro dela o PT desfruta igualmente de massa e representatividade.

CM - Essa é uma agenda para 2010?
Chico - É uma questão delicada para ser tratada num debate aberto; sem oficialismos de uns, nem preconceitos de outros. A história brasileira repete um impasse do desenvolvimento que não pode ser respondido com uma farsa porque seu resultado seria uma tragédia. Dessa vez o que se vislumbra como possível, repito, é fazer por baixo, com bases sociais existentes, e organizações disponíveis, aquilo que nos anos 30 e nos anos 50 se fez por cima: destravar o desenvolvimento e expandir o mercado interno. É preciso tratar isso com cuidado, insisto, sem oficialismos do PT, nem o sectarismo do Psol e do PSTU.

CMA candidatura de Dilma Roussef pode oferecer a amarração a esse esforço?
Chico - Honestamente não conheço a ministra Dilma, exceto pelo que leio da má vontade explícita da mídia em relação a ela. Torço para que seja aquilo que amigos petistas dizem que é. Ou então, que seja alguém como o Gabrielli, o presidente da Petrobrás, que certamente também sabe o que está em jogo e as variáveis para sair da crise. Trata-se de articular uma coalizão de forças dentro da qual o PT seria o operador porque é quem tem massa e liderança eleitoral; os grupos à esquerda teriam seu papel de ponta-de–lança. O fundamental é ter um debate com muita abertura e sem preconceitos.

CM - Se a crise se agravar há risco de a oposição ganhar terreno e viabilizar uma vitória de Serra?
Chico - Serra antes de ser um personagem político é um caso psiquiátrico. Qual é o seu projeto afinal? É a obsessão pessoal e doentia pelo poder. Diante de uma crise da proporção que temos pela frente, porém, se você não avançar será soterrado por manifestações mórbidas. A pá de cal viria na forma de uma vitória tucana em 2010; aí sim estaríamos todos fritos. Eles ficariam aí por mais dez anos.

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