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É Nóis Que Voa Bruxão!


FUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU!

.Wes

CQC no clássico Corinthians e Sao Paulo


Hehe...

Velhinho de saia...

Mestrado e Doutorado

Não a toa as pessoas surtam quando fazem Mestrado ou Doutorado, a pressão é imensa e os prazos ultra curtos. Além claro da falta de dinheiro para comprar livros, tirar xerox, imprimir textos... e claro, a falta de tempo e saco para ler estas zilhares de páginas.

Frequentar psicologos, beber além da conta, usar drogas, se achar mais do que realmente é, surtar do nada com outras pessoas dentro deste meio é algo mais comum do que se possa aparecer... mas claro que se você perguntas aos pós-graduandos, ninguém vai te afirmar isto...

Infelizmente é esse o caminho que vem sendo tomada pelas instituições que promovem a pesquisa no país, deseja a cada dia prazos mais curtos, pesquisas que na realidade não passam de colagens de pesquisas anteriores, sem nada acrescentar de importante aos debates contemporaneos. Nisto temos alunos extressados, deprimidos, em crises diversas... e se questionando cada vez mais a razão destes moldes adotados nos últimos tempos....

Queria saber até quando se fará vistas grossas a esses casos, cada vez mais frequentes, dentro das universidades...

Quase fui assaltado ontem...


Ontem voltando de uma sessão do Projeto Outro olhar, andando pela Paraná, já quase perto ali da Brasil, por volta das 21:30, estava andando de boa, pensando no filme visto e nas coisas que tinha que fazer hoje, em determinado momento me passam na rua 3 sujeitos em duas bicicletas e ficaram me encarando. Na rua havia apenas um casal vindo na direçao contrária a minha e alguns taxistas conversando do outro lado.

Os caras de bicicleta passaram por mim e entao dobraram a esquina, vendo isso, atravessei a rua, e quando fiz isso, eles voltaram para a avenida e ficaram me esperando na esquina.

Dae eu pensei em ficar ali com os taxistas um tempo e depois vir embora. Mas quando fui nesta direção vi que dois colegas do curso de Ciencias Socias estavam voltando para casa e iam fazer o mesmo caminho que eu, apesar de conhece-los apenas de vista, esperei eles, expliquei a situação e falei que ia descer com eles.

Enquanto desciamos a Paraná, os caras nos seguiam, em um determinado momento ficaram bastante próximos de nós, ao meu ver eles nao estavam armados, mas vai saber. Descemos apertando o passo, até que conseguimos chegar a um posto de combustivel que perto do corpo de bombeiros e demos um tempo ali.

Nisto eles foram embora...

Enfim... Maringá anda cada vez mais violenta... nao posso nem mais ir ver um filme a noite na prefeitura... e o mais complicado ainda foi notar que durante este tempo, nao apareceu uma única viatura sequer pela regiao... que por sinal é muito movimentada...

=/

Capa do Lance hj!

=]

Não é para tanto... afinal não ganhou nada... mas clássico é clássico nao é...

E o bom é que o timao ganhou no campo, ao contrário do Santos que ganhou por conta da arbitragem...

Corinthians 4 X 3 São Paulo


Sempre...

Titãs - Eu não aguento


Esse som é um clássico!

Eu não agüento, não agüento
Eu não agüento, não agüento
É de noite, é de dia
Mão na cabeça e documento
Eu vou me embora para a ilha, fazer a cabeça
Sob o sol que irradia, queimando em ritual
É na batida do reggae, com o cabelo trançado
Eu tô livre na vida, o que é que há de errado
Com a noite que brilha, o que é que há de errado
Com a noite que brilha?

Priscila

Pri... =]

Dorgas mermao!

huaihuahuahuahuahuahuah... to doidassso aço aço...

[vídeo] SP - Mayonaise com Jimmy Flemion!!!

Maconha Consumindo maconha sem saber


O_o

Aluno da UEM ganha prêmio nacional

Com o artigo científico As Aparências e os Gêneros: uma análise da indumentária das drag queens, o estudante www.bravoparties.comEmerson Roberto de Araújo Pessoa, do 4º ano de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Maringá, foi um dos vencedores do 5º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, na categoria Estudante de Graduação. O artigo teve orientação da professora Ivana Guilherme Simili, do Departamento de Fundamentos da Educação. O trabalho concorreu com outros 270 candidatos. A entrega do prêmio está prevista para abril em Brasília, durante comemorações do aniversário do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O estudante receberá o valor de R$ 5 mil. 

Esta é a segunda vez que um aluno de graduação da UEM é premiado. Em 2006, Isadora Vier Machado recebeu o prêmio com o trabalho A Lei Maria da Penha Maia e o Enfrentamento do Assédio Moral nas Relações Conjugais: proteção à integridade psicológica da mulher. Ela também foi professora do Departamento de Direito Público até este mês.

O prêmio conta com a parceria do CNPq, do Ministério da Ciência e Tecnologia, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, do Ministério da Educação e do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher. 

Fonte: http://www.uem.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2140&Itemid=1

Corinthians

Enfim... ontem o Corinthians jogou fora o Paulista assim como o Palmeiras... De cabeça quente fiquei pensando porra meu... vcs ganham um puta dum salário... tem a maior torcida do Brasil te apoiando... e c***** mermao... desaprendeu a jogar futebol??? Tao de brincadeira né???

Dae hj de cabeça mais fria pensei... porra meu... vcs ganham um puta dum salário... tem a maior torcida do Brasil te apoiando... e c***** mermao... desaprendeu a jogar futebol??? Tao de brincadeira né???

Pqp esse time viu...

Se o homem jogasse o Buquê!


hahuahuahuahauhauhauhau

Casamento Aristides

Demorei mas consegui postar as fotos do casamento do Aristides no Orkut... para quem tem interesse acesse o link: http://www.orkut.com.br/Main#Album?uid=13552395078915690039&aid=1269190273

Torcida do Dicésar e do Serginho


Hehe...

A linguagem cinematográfica

por ana ferreira e zé guilherme fidelis
http://cariesdocinema.blogspot.com/2008/05/linguagem-cinematogrfica.html

O termo linguagem, quando relacionado a uma determinada arte, é entendido como o conjunto de elementos que a diferencia das demais. É aquilo que a legitima como uma manifestação autônoma, portadora de seus próprios instrumentos e métodos de se comunicar com os indivíduos e com outras expressões artísticas.

Apenas duas décadas após a primeira sessão de cinema, no Grand Café, em Paris, surgiram os primeiros teóricos do cinema. Os pioneiros, como Hugo Mustenberg, Rudolf Arheim, Sergei Eisenstein e Bela Balázs faziam parte da tradição formativa. Influenciados pela psicologia cognitivista e pelos fenômenos fisiológicos psíquicos (persistência da imagem na retina e formação de sentido através da concatenação de planos), os teóricos formativos compreendiam o cinema como um fenômeno meramente mental, e afirmavam que as imagens só ganhavam sentido após serem processadas pela psique humana. Em consonância com o movimento formativo estão o expressionismo alemão e o cinema de Eisenstein, este último ainda somando à tradição formativa a ideologia socialista. Eisenstein desenvolveu princípios e tipos de montagem (métrica, tonal, sobretonal e rítmica) a partir de uma gramática de planos (montagem de atração) estabelecida por ele.

Paralelamente à tradição formativa, estruturava-se a teoria realista do cinema. Dois de seus expoentes foram Siegfried Kracauer e André Bazin. Esses teóricos viam o cinema como um meio de reprodução da realidade, e não como veículo para a sua distorção, pois estabeleceram que a matéria-prima do cinema é o fotograma, que a princípio, reproduz com exatidão o tempo e o espaço que situam-se à frente da lente. A favor de um maior realismo fílmico, Bazin ressaltou a importância da profundidade de campo e dos planos-seqüência, a fim de evitar o distanciamento do espectador e a distorção da realidade.

Contudo, a teoria contemporânea francesa, inspirada nos estudos de Bazin, ampliou o paradigma, libertando a análise da linguagem cinematográfica de sua matéria-prima. A priori, Jean Mitry propôs a síntese entre a teoria formativa e a teoria realista em “Esthétique et psycologie du cinéma”. Em 1964, Christian Metz descreve os processos de significação do cinema na publicação “Cinéma: langue ou langage”. O teórico, apoiado pelo estudo lingüístico de Saussure, questionou o conceito de linguagem cinematográfica, estipulando diferenças básica entre o plano e a palavra, a seqüência e a oração: a) É imensurável o números de planos que pode-se produzir ao contrário da palavra considerando que o léxico é finito, no entanto assim como as palavras os planos podem ser ordenados de inumeráveis formas afim de gerar um sentido. b) Os planos são criações do cineasta ao contrário das palavras que já foram estipuladas. c) A comunicação no cinema é concretizada através das imagens, enquanto na fala, é metafórica, pois seu significado foi socialmente pré-estabelecido.

Resumindo, o avanço dos estudos teóricos sobre o cinema modificou o sentido do termo linguagem cinematográfica. Ao longo do tempo, a definição foi se distanciando da relação direta com a linguagem verbal, teoria utilizada pelos formalistas russos (Eisenstein, 1929), e adquirindo uma conotação mais metafórica, até a afirmação de que o cinema era uma “linguagem sem língua” (Metz, 1968).

Hoje, entende-se como linguagem cinematográfica o conjunto de fenômenos fílmicos que se manifestam na manipulação da imagem em movimento, com a finalidade de estabelecer a comunicação com o espectador.

Elementos da linguagem cinematográfica

Assim como a escala faz parte da linguagem musical, e o verso compõe o poema, o cinema dispõe dos seguintes elementos básicos para se concretizar:

Plano: o enquadramento da cena. A escolha do plano, juntamente com a montagem, direciona o olhar do espectador para o que se quer evidenciar. O plano pode privilegiar, por exemplo, um elemento do todo (plano detalhe, close-up), pode revelar o personagem e parte da cena (plano aberto), ou ainda mostrar o personagem da cintura pra cima (plano americano). Essas e outras definições dos tipos de planos facilitam a comunicação entre os realizadores de um filme, tornando possível o planejamento da obra.

Plano americano: É o plano que enquadra a figura humana do joelho para cima. Geralmente não comporta mais do que três personagens reunidas. Tem esse nome devido à sua grande popularidade entre os diretores de Hollywood das décadas de 30 e 40.

Plano seqüência: É a filmagem de toda uma ação contínua através de um único plano (sem cortes).

Close: É o plano enquadrado de uma maneira muito próxima do assunto. A figura humana é enquadrada do ombro para cima, mostrando apenas o rosto do personagem. Com isso, o cenário é praticamente eliminado e as expressões tornam-se mais nítidas para o espectador. Corresponde a uma invasão no plano da consciência, a uma tensão mental considerável, a um modo de pensamento obsessivo.

Plano detalhe: Semelhante ao close, mas se refere a objetos. Enquadra um objeto isolado ou parte dele ocupando todo o espaço da tela. Ressalta um aspecto visual, eliminando o que não é importante no momento
Angulação: São determinados pela posição da câmera em relação ao objeto filmado.

Plongée: A câmera filma o objeto de cima para baixo, ficando a objetiva acima do nível normal do olhar. Tende a ter um efeito de diminuição da pessoa filmada, de rebaixamento.

Contra-plongée: A câmera filma o objeto de baixo para cima, ficando a objetiva abaixo do nível normal do olhar. Geralmente, dá uma impressão de superioridade, exaltação, triunfo, pois faz "crescer" o/a ator/atriz.
Inclinado: É uma tomada feita a partir de uma inclinação do eixo vertical da câmera. Pode ser empregada subjetivamente, materializando aos olhos do/a espectador/a uma impressão sentida por uma personagem, como uma inquietação ou um desequilíbrio moral.

Movimentos de câmera: Constituem a base técnica do plano em movimento. São definidos levando-se em conta se o movimento da câmera é de rotação (em torno do seu eixo) ou de translação (locomovendo-se em avanço ou recuo, subindo ou descendo).

Panorâmica: A câmera se move em torno do seu eixo, fazendo um movimento giratório, sem sair do lugar. Trata-se de um movimento da câmera que pode ser horizontal (da esquerda para a direita ou da direita para a esquerda), vertical (de cima para baixo ou vice-versa) ou oblíquo. A panorâmica vertical é também conhecida como tilt.

Travelling: A câmera é movida sobre um carrinho (ou qualquer suporte móvel) num eixo horizontal e paralelo ao movimento do objeto filmado. Este acompanhamento pode ser lateral ou frontal, neste último caso podendo ser de aproximação ou de afastamento. Ao lado temos um exemplo de travelling lateral.

Seqüência: Conjunto de cenas sucessivas, que mantêm uma mesma unidade de tempo e espaço. Um exemplo é a seqüência inicial do filme O poderoso chefão (1972), que se passa no casamento da filha de Dom Corleone, interpretado por Marlon Brando. Essa seqüência é composta por várias cenas independentes, que apresentam os personagens, e estão ligadas pelo pano de fundo da festa de casamento. A seqüência ainda pode ser definida como a maneira pela qual os planos de uma mesma unidade serão apresentados. Se for uma seqüência ininterrupta, será utilizado um plano-seqüência.

Montagem: a organização dos planos capturados, de maneira que o filme alcance o discurso esperado.
Corte seco: é quando há uma transição imediata, direta de uma cena para outra. Foi um dos primeiros procedimentos da montagem, usado na hora da transição de um filme para outro. Usado quando se quer obter imagens que se sucedem dentro de um enredo.

Fusão: É quando uma cena desaparece simultaneamente ao aparecimento da cena seguinte. As cenas se superpõem: enquanto uma se apaga, a outra aparece. Mantém a fluidez e a suavidade de uma seqüência. Seu uso pode significar uma passagem de tempo. Também é usada quando se quer suprimir ações que sejam dispensáveis na narração (processo conhecido como elipse).
Fade: Quando a imagem vai surgindo aos poucos de uma tela preta (ou de outra cor qualquer), temos o fade in. Quando ela vai desaparecendo até que a tela fique preta, temos o fade out. A velocidade com que a imagem dá lugar à tela preta e vice-versa pode ser controlada de acordo com o efeito desejado. O fade in é comumente usado no início de uma seqüência e o fade out, como conclusão. Pode denotar a passagem de tempo ou um deslocamento espacial, assim como na fusão.
Cortina: É uma forma de transição de planos que ocorre quando uma cena encobre outra (geralmente entrando no eixo horizontal, mas pode ocorrer também no sentido vertical, diagonal, em íris e em uma infinidade de formas). Pode ocorrer também através de uma linha que corre o quadro, mudando as ações.
Montagem Paralela: É quando duas ou mais seqüências são abordadas ao mesmo tempo, intercalando as cenas pertencentes a cada uma, alternadamente, a fim de fazer surgir uma significação de seu confronto. Ocorre quando se quer fazer um paralelo, uma aproximação simbólica entre as cenas, como por exemplo a aproximação temporal.

A formação da linguagem cinematográfica

Para analisarmos como o cinema se tornou uma arte com características próprias, é preciso conhecer seu percurso histórico, pois foi através dele que a linguagem cinematográfica se formou, renovando-se continuamente.

O cinema surgiu no final do século XIX, com o avanço de estudos científicos e mecânicos que, a partir da fotografia, possibilitaram a manipulação da imagem em movimento, através de uma seqüência de fotogramas. Os irmãos Lumière, tidos por alguns como os “criadores do cinema”, não acreditavam que a invenção iria se popularizar tanto, muito menos que se transformaria numa arte, com escolas, correntes, movimentos e toda uma teorização específica.

Meliès, Griffith e Eisenstein estão entre os cineastas que mais contribuíram para que o cinema se distanciasse das expressões artísticas que o precederam e o influenciaram.

Meliès mostrou que o cinema poderia ser um instrumento para a manifestação do onírico, do ilusionismo e da fantasia. Contemporâneo aos Lumière, ele se distancia da utilização da câmera como puro registro de documentação do cotidiano. Com Meliès, o cinema se liberta da função realista que sempre foi atribuída à fotografia. Por outro lado, o ilusionista francês que se tornou cineasta impregnou em sua obra elementos burlescos do século XVI. Isso não diminui a importância de Meliès, uma vez que a arte, assim como todas as outras áreas do conhecimento humano, continuamente retorna ao passado e o renova, o modifica. Certamente Meliès contribuiu para a evolução cinematográfica, com seus experimentos e efeitos que fascinavam as platéias da época.

Griffith, juntamente com Portter e outros contemporâneos estadunidenses, foi aos poucos deslocando a câmera da posição de um espectador que observa o filme do centro da platéia, introduzindo-o à cena, multiplicando seu ponto de vista, manipulando sua maneira de observar. Antes dele, os filmes eram vistos sempre de uma perspectiva de quem assiste a uma peça teatral. Griffith dá ao cinema a possibilidade que o teatro não tem: deslocar o ponto de vista do observador. Com isso, pode-se contar uma estória alternando duas situações que aconteciam ao mesmo tempo, mostrando o ponto de vista de um determinado personagem, ou colocando em evidência apenas algum elemento da cena. Griffth também contribuiu para que o cinema se equiparasse às grandes obras literárias. Desse modo, renovou a linguagem cinematográfica criando recursos que causassem no espectador efeitos como fluxo de consciência e paralelismo narrativo. Outro importante elemento da linguagem cinematográfica que surgiu com Griffith foi o método de interpretação dos atores. A partir dali, o cinema foi adquirindo uma forma mais naturalista nas expressões e gestos dos personagens, se distanciando ainda mais do teatro.

Sem Eisenstein a concepção de montagem seria outra. O cineasta estudou profundamente a técnica de manipulação dos fotogramas, teorizando-a e trocando experiências com outros formalistas russos, como Kulechov e Vertov. Tal contribuição no processo de edição fílmica emancipou ainda mais o cinema em relação a qualquer outra forma de arte. Eisenstein relacionava os seus métodos de montagem com outras áreas do conhecimento, como a escrita oriental dos ideogramas e as relações de intervalos da pauta musical. A influência de Eisenstein na linguagem cinematográfica muitas vezes é vista em produções que se utilizam de imagem em movimento, mas não são categorizadas como cinema, como é o caso da TV e do vídeo. Eisenstein, ao estudar a linguagem cinematográfica, chegou a relacionar os planos com as frases e as palavras da linguagem verbal.

A partir da década de 1930, com o surgimento de uma sonorização mais eficaz que possibilitaria a audição de diálogos sincronizados com a imagem e de trilhas registradas no próprio fotograma, o cinema ganha mais um elemento que marcaria profundamente sua evolução. Assim como o próprio cinema, a sonorização fílmica foi se aperfeiçoando desde as primeiras exibições, uma vez que o cinema sempre foi sonoro, seja por sonoplastias e execuções musicais que eram realizadas durante a projeção, seja por discos gravados que eram tocados juntamente aos filmes.

Na década de 1950 a utilização da cor estava amplamente difundida. O sistema Tecnicolor havia sido empregado pela primeira vez em 1933, no filme Vaidade e Beleza, de Rouben Mamoulian. Assim como o som, a cor deu mais possibilidades para que a linguagem cinematográfica evoluísse, uma vez que o cinema, desde sua origem, está associado ao aprimoramento da tecnologia industrial e mecânica.

A partir das considerações feitas acima, pode-se afirmar que ocorre hoje mais uma transformação na linguagem cinematográfica. Com o surgimento de novas mídias e veículos de captura e exibição da imagem, a era digital está modificando a própria definição de cinema. Os equipamentos e materiais estão em constante avanço e nos próximos anos teremos múltiplas formas de compreender o cinema, e consequentemente, sua linguagem.

Juanderval Assalta Padaria

São sempre muito divertidos os diferentes efeitos que a pedra pode causar numa pessoa.

No caso do nosso querido Juanderval, torna-se altamente cômico esse efeito.

Veja o que ele aprontou dessa vez:





Mensagem pessoal: Parem de usar drogas, crianças. Ou não.

.Wes

Casamento do Aristides amanhã

Pessoal,  meu amigo Aristides vai casar amanha... conversando com o André, chegamos a conclusão de que parece que ele se acostumou com a vida da cidade pequena e se acomodou, sei lá, para mim ele deveria esperar um pouco mais, mesmo sendo a Gi a garota certa para ele... enfim... estou indo pra Aluminio City daqui a pouco e logo amanha cedo vai ser a cerimonia... espero que ao menos tenha algumas cervejas e um churrasco two plac two plin... até!

Notas

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Aluno estudioso tchê...

New Radicals - Someday We'll Know

Essa música é linda...

Tem coisas que eu não entendo... esse Gregg Alexander tinha um puta dum talento... fez um disco que é ouvido e elogiado até hoje... do nada juntou um tanto de dinheiro e largou a cena musical... sendo hoje apenas produtor... é... não dá pra julgar as pessoas... mas ele creio eu poderia nos agraciar com mais alguns excelentes trabalhos... é realmente uma pena que esta banda acabou... e tão cedo ainda...

*
New Radicals - Someday We'll Know

90 miles outside chicago
Can't stop driving
I don't know why
So many questions
I need an answer
Two years later you're still on my mind
Whatever happened to Emilia Earhart
Who holds the stars up in the sky
Is true love just once in a lifetime
Did the captain of the titanic cry?

Someday we'll know
If love can move a mountain
Someday we'll know
Why the sky is blue
Someday we'll know
Why I wasn´t meant for you

Does anybody know the way to Atlantis
Or what the wind says when she cries
I'm speeding by the place that I met you
For the 97th time... tonight

Someday we'll know
Why Samson loved Delilah
One day I'll go
Dancing on the moon
Someday you'll know
That I was the one for you

I bought a ticket to the end of the rainbow
I watched the stars crash in the sea
If I could ask god just one question
Why aren't you here with me... tonight

Wikipédia

Dourado e Tessália

hauhauhauhahauhuhuhuahuahua

Fernando Kalinke


Ae luta no Paraná hein!

26.....


Queria agradecer a todos que foram ontem no Democráticos... foi do c*

Timão eo hj hein!

About a girl - nirvana live at rio de janeiro hollywood rock festival


Hoje não podia faltar um grande som do Nirvana né... =]

Futebol - discussão nas comu do orkut antigamente III

Clique na imagem para ampliar

Estatística

26 agora...


Foto um tanto antiga já... =p só tinha essa da famia reunida...

2.6 entaoz... to chegando nos 3.0 daqui uns dias... // E continuo feio, pobre e andando a pé... =]

Easy Rider: Sem Destino (1969)


1969: Estreia o filme "Sem Destino"


No dia 17 de julho de 1969, estreia nos EUA o filme "Easy Rider", clássico da geração hippie. Com direção de Dennis Hopper e música dos principais grupos de rock da época, a película se transformou num sucesso mundial.

Sem Destino (Easy Rider) é um clássico entre os cult movies. Ele conta a história de dois rapazes que estão viajando de motocicleta de Los Angeles para Nova Orleans, nos Estados Unidos. Billy é interpretado por Dennis Hooper, também diretor do filme, e Peter Fonda personifica Wyatt.

Durante o percurso, a dupla faz uma parada numa comunidade hippie e acaba atrás das grades. Lá, os motoqueiros conhecem o jovem advogado George Hanson, vivido por Jack Nicholson, um alcoólatra de boa família e modos um tanto vulgares. Por causa de seus cabelos longos, os dois viajantes são discriminados. No final do filme, os motoqueiros são abatidos a tiros por rednecks reacionários.

Um fim pré-programado. O advogado Hanson diz que "Wyatt e Billy eram a favor da liberdade e precisavam ser eliminados". Em julho de 1969, o filme estreou no Teatro Beekman, em Nova York. Os jovens, descalços, aglomeravam-se pelos corredores. Nos banheiros, o cheiro de maconha era inconfundível. Nunca o teatro havia abrigado tal público.

"Cúmulo do mau gosto"

O mundo descrito em Sem Destino, que retrata os anseios e os sentimentos de grande parte da geração americana do final dos anos 60, desencadeou reações adversas. O jornal The New York Times publicou uma carta na qual um leitor escreveu que o filme era o cúmulo do mau gosto.

Os opositores mais radicais aplaudiam com veemência durante a cena final, quando os dois protagonistas morrem de forma brutal. Sem Destino teve ainda sua exibição proibida em dois estados americanos.

Na época, Peter Fonda declarou que seu personagem representava aqueles que sentem que a liberdade pode ser adquirida, que acreditam ser possível encontrar a liberdade em cima de uma moto ou fumando um cigarro de maconha. Sem Destino exibe os rebeldes, assim como toda a juventude alternativa, como vítimas da soberana sociedade americana.

O filme foi rodado em sete semanas com um orçamento de 500 mil dólares. O dinheiro foi recuperado com a bilheteria de um cinema em apenas uma semana de exibição. O longa-metragem arrecadou mais de 19 milhões de dólares.

Vale lembrar que nenhum grande estúdio apostou no sucesso de Sem Destino, um filme que divulgou o melhor do rock dos anos 60 e, segundo o crítico Buck Henry, abriu as portas para uma nova geração.


Michael Kleff (ms)

Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,876373,00.html

EASY RIDER: SEM DESTINO (1969)
GÊNERO: DRAMA/SUSPENSE
ÁUDIO: INGLÊS
LEGENDA: PORTUGUÊS
TAMANHO: 650 MB
FORMATO: RMVB
1ª Parte 2ª Parte 3ª Parte 4ª Parte

Com golaço de R. Carlos, Corinthians vence Santo André


Aí sim hein! Ai nois vibra no paraná!!!

Santos santos ra ra ra




Esse comentário encontrei no Blog do Quartarollo expressa exatamente a minha opiniao a respeito do clássico faço dele minhas palavras...

Klaus:

"Sou corinthiano mas sou obrigado a parabenizar o porco, teve raça, dignidade, brio e colocou a turma da xuxa no seu devido lugar, chutando o picadeiro e pondo o circo no chão.


Mostrou a esses muléques que superioridade e grandeza andam lado a lado com respeito e hombridade, jogar bom futebol e menosprezar os adversários com firulas e gracinhas em dribles e comemorações provocativas zombando dos adversários não os vão tornar grandes, afinal, ainda não conquistaram nada.


Parabéns ao Palmeiras que mostrou que os grandes não precisam fazer força pra mostrar a grandeza e sim que se deve respeitar e jogar com gana de vencedor.


Dissem que massacram o Corinthians, jogaram 1 joguinho, deram show, mas foi 2×1?? Show e massacre pra mim é 7×1!!!!"

Xupa Santos!


Xupa Santos... sou Corinthiano mas ontem torci pro Parmeiras da um xocolate em vcs!!! Se fuuuuuuuuuuuuuuuu

A Mãe e a puta - França/1973


Obra-prima do escândalo

Marco do cinema, “A Mãe e a Puta”, do francês Jean Eustache, é a atração do Projeto Um Outro Olhar; filme que provocou escândalo em Cannes em 73 coloca em xeque uma geração

Paulo Campagnolo
Agência Estado


Um filme mítico, escandaloso, uma obra-prima que figura entre as maiores do cinema. Retrato do vazio deixado pelo maio de 68 numa juventude que já não sabia mais por onde seguir – da mesma maneira como o filme parece perambular, entre corpos e discursos vãos, sem nunca saber onde vai chegar.

Um filme que denuncia o filme, que particulariza o seu próprio esforço de ser. Assim é, entre tantas coisa mais, “A Mãe e a Puta”, do francês Jean Eustache, cartaz do Projeto Um Outro Olhar deste sábado. Lançado no Festival de Cannes, em 1973, foi prontamente vaiado e considerado obsceno – mas levou consigo o Grande Prêmio do Júri e o Prêmio da Crítica.

Realizado em condições adversas, “A Mãe e a Puta” narra as “aventuras” amorosas de Alexandre (Jean-Pierre Léaud) que vive com Marie (Bernadette Lafond), que quer se casar com Gilbert (Isabelle Weingarten) e que conhece Veronika (Françoise Lebrun), uma enfermeira de quem pretende enamorar-se.

Essa aventura, mais do que uma narrativa, é mostrada através de atitudes do corpo e de palavras. São 210 minutos de intensidade existencial, de palavras como se estivéssemos a ler um romance, de imagens que nos atingem de forma brutal – um cinema puro com personagens que só poderiam pertencer a este universo de longos planos, cortes retardados, closes e elipses que revelam verdades só atingidas no momento da filmagem.

Teatral, para chegar mais perto do cinema, o personagem Alexandre parece rejeitar a vida todo o tempo, e conduzir suas ações através das referências ao próprio cinema. Com grande ironia, Eustache preenche o filme com discursos que implicam de forma “escandalosa” no declínio das utopias que sustentaram as manifestações generalizadas em 68.

Alexandre divaga, com fala pomposa, sobre o amor e a liberdade, deixando claro que os slogans do passado não poderiam, de forma alguma, ordenar as condutas amorosas do presente. Alexandre é um flaneur, inconsciente da consciência de seu patetismo, desfiando um corolário inventado por ele mesmo e que encontra reverberação no famoso “Fragmentos de Um Discurso Amoroso” (de Roland Barthes) – que só seria lançado quatro anos depois.


Verdades aturdidas

É de fragmentos, aliás, que se compõe “A Mãe e a Puta” – verdades aturdidas que atravessam os corpos; Jean-Pierre Léaud, emblema da Nouvelle Vague, ora evocando o seu Antoine Doinel (de “Os Incompreendidos”, de Truffaut), ora imitando Belmondo (de “Acossado”, de Godard), e ora destruindo tudo o que ele próprio representou no contexto dos anos 60; a música (como a canção “Les Amants de Paris”, com Edith Piaf) surge como o próprio processo do filme se fazendo - fragmento da construção, da desconstrução, da reconstrução: tentativas de conciliação.

A dificuldade das relações amorosas, as expectativas ou a falta delas, a propagada liberdade sexual tão cara àqueles tempos, a solidão e o gesto político que envolve os jogos de sedução, tudo é devassado por Eustache – e o filme, que decreta o fim da Nouvelle Vague, que põe à prova uma época, que fulgura no vazio (no contraste do preto e branco, nas deambulações, no abandono da narrativa para deter uma cena, uma imagem, um instante), o filme continua de uma força insuperável, como se tivesse sido feito hoje, por algum cineasta que rejeita as convenções, que rejeita a indústria (ou foi rejeitado por ela), que se mantém fiel ao seu tempo, elaborando uma verdade cinematográfica que não deve ser confundida com o real – porque só assim pode encontrar o real. Com “A Mãe e a Puta” Eustache imita Murnau, Godard, Bresson, Truffaut. Imita o cinema e, portanto, imita mesmo a vida.

Faz o filme do filme, devolve a vida ao cinema no que a ela tem de trivial e mordaz, instaura uma desconfiança sobre uma geração que lutou por mudanças profundas e encontrou conforto na alienação. Esmiúça, como um etimólogo, cada palavra e o peso delas, cada gesto e cada atitude corrompida pela voz do aparentemente tangível. “Suicidado” em 1981, aos 42 anos, com um tiro no coração (caminho incontornável do seu cinema), Eustache deixou, além de outros belos trabalhos, este que é um monumento ao amor. Não é pouco.

Paulo Campagnolo é coordenador do Projeto Um Outro Olhar


“A Mãe e a Puta” (La maman et la putain)
França/1973
Direção: Jean Eustache




*

Fimaço... vi ontem no Projeto Outro Olhar e chapei, chapei mesmo... valeu o fds... é um filme longo, mas que vale muito a pena!

Chaplin Club


Ontem chegou o material que solicitei ao Arquivo Mario Peixoto na minha viagem ao Rio de Janeiro no final do ano passado. É muita coisa, ainda não li nem a metade de tudo o que o pessoal me enviou, e tem coisas bastante interessantes! Entrevistas com familiares, artigos, fotos, recortes de jornais... Eu sei que quando vi a postagem abri um sorriso de orelha a orelha... realmente a Ayla e o Saulo representaram... Escanei três imagens interessantes por enquanto... a sede do Chaplin Club, o colégio onde esses intelectuais estudaram, e um recorte de jornal bastante interessante comentando o inicio do clube... divirtam-se!

GRUPO MOLEJO - VOLTEI (COM LETRA) "VOU VOLTAR PRA SACANAGEM"


Nusss caros ri alto aqui hein! Escuta logo esta música!

Essa música é em homenagem ao Vonaldo (Sorocaba) e ao Psico (Mga)...

Homenagem a Glauco

Eu nem ia escrever no Blog hj. Mas mudei de idéia qdo entrei no Globo.com e vi a triste noticia do assassinato do cartunista Glauco. Sempre gostei de suas tirinhas e postava as vezes algumas no blog.

Caros, realmente muito triste esta noticia...

Infelizmente prestamos nossa homenagem a este grande artista...

Matéria no Globo.com

Can't Get Along 'Without You' - Hard-Fi

Como diz (ou canta) Richard Archer, vocalista da banda Inglesa Hard-Fi, vejam os problemas que as mulheres podem nos causar.

A música, Can't Get Along é do segundo álbum da banda, 'Once Upon a Time in the West', lançado em 2008.

Clipe:



E ainda sim não conseguimos nos dar bem sem elas...

.Wes

Hélio dos Passos

Não poderiamos aqui, deixar de citar o grande Hélio dos Passos que faz sucesso não por ser parecido com o Luciano Huck, mas pelas belas melodias que compõe.

Vídeo de 'Fica Comigo Agora', por Hélio dos Passos:



.Wes

Cachorro Grande na UEM

Hoje tem cachorro grande na UEM... =]

Prints

Clique na imagem para ampliar

Sertanejo

Definitivamente sertanejo é um som que escuto uns 10 min e já quero vir de volta pra casa...

Independiente 1 x 1 Corinthians

Po mano... 4 volantes não dá né... Tivemos sorte em não perder ontem...

Futebol - discussão nas comu do orkut antigamente II

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LOST 607 II


Caros revi o episódio 607 agora a tarde, e putz, reitero tudo de disse no post abaixo e digo mais ainda, foi realmente um episódio fora de série, de uma sensibilidade impressionante. Ver Linus questionando suas atitudes, revendo posições trouxe na minha cabeça várias coisas pelas quais passei nesses últimos anos, a grande questão colocada ao personagem é que será que vale a pena trocar as pessoas que realmente importam, os amigos, por "poder", "reconhecimento", coisas que são claro importantes, sabemos de nossa capacidade e de nosso empenho, mas será que é isso que queremos de verdade? É claro que as vezes parece somos as únicas pessoas que se importam com certas coisas, e isto de alguma forma nos dá grande crédito, mas também várias consequencias... sei lá se consegui me fazer entender, este post e este episódio foram mais para mim mesmo, me questionar e desabafar de alguma forma... gostei, gostei bastante... Lost é Lost mermão... pena putz... pena mesmo que está acabando... =/

Carta de Repúdio ao Requião

O Gabriel pediu para divulgar

*

Exmo. Senhor Governador Roberto Requião,

A União Parananense dos Estudantes em conjunto com Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá realizou no último dia 4 de março uma manifestação dirigida ao Senhor, governador do estado, para apresentar-lhe a pauta de reivindicações dos estudantes daquela universidade, que exigem mais verbas para a construção da Casa do Estudante Universitário e para ampliação e Reforma do Restaurante Universitário, que combatem dia a dia para se manter na universidade.

Na ocasião o Governador afirmou, na presença da imprensa e do Coordenadro Geral do DCE da UEM que moradia era para os pobres e seguiu dizendo que os estudantes deveriam trabalhar.

Senhor Governador, cabê a vossa excelência entender que a assistência estudantil é um direito constitucional conquistado pelos estudantes durante muitas mobilizações, com muito suor e sangue, para garantir que a universidade cumpra o seu papel social de produção do conhecimento, e para que não seja privelégio daqueles que conseguem se manter. Há de saber, Senhor Governador, que a UEM recebe estudantes de diversas partes do estado do Paraná e do Brasil, motivo de orgulho dentro da comunidade acadêmica, e que para garantir que continuem seus estudos, que contribuem para o desenvolvimento de uma sociedade soberana, os estudantes necessitam ter as condições mínimas: moradia, alimentação, saúde e lazer. Para isso reivindicamos que em todo o estado seja aplicado um Plano Estadual de Assistência Estudantil, com rubrica específica de 100 milhões de reais, o que garantiria a assistência estudantil como política de estado e não de governo.

No entanto, Senhor Governador, não estamos dispostos à aceitar as suas últimas declarações como definitivas. Entendemos que os estudantes necessitam da aplicação do direito à moradia e alimentação, mas não necessitam de casas com 300 m² para cada estudante, mas de prédios, blocos e apartamentos que comportem 500 estudantes, com as condições dígnas. Não necessitamos, como o Senhor veio a público dizer, de um restaurante francês, mas sim de um restaurante sem filas que tenha espaço para se sentar e ventilação, necessitamos também de comida de qualidade, para isso é preciso reformar o Restaurante Universitário da UEM e contratar mais funcionários. Essa é a única saída plausível para os problemas enfrentados pelos estudantes da UEM.

Por último, Senhor Governador Roberto Requião, é preciso dizer que os estudantes aguardam uma resposta digna de um Governador eleito pela população para garantir ensino público gratuito e de qualidade para todos e repudiamos as últimas declarações por demonstrar desrespeito com a pauta de reivindicações, mui respeitosamente, entregue.

Aguardamos do seu governo uma resposta.

Atenciosamente,

UPE - União Paranaense dos Estudantes.

LOST 607

Caros... mais um episódio brilhante de Lost, dessa vez não foi um "vamos tocar o foda-se", e sim um episódio mais cadenciado, revelando vários segredos, contando a história de Ben Linus de uma forma muito bonita mesmo. Em vários momentos até me reconheci nas cenas, vendo o personagem tendo que a todo momento tomar certas decisões com as quais muitas vezes teria mais a perder do que ganhar. Assista! Lost é Lost mermão...

Lost- 6x07 - Dr. Linus
RMVB - Legendado
.
Formato: 143 MB
.

Será que o Wesley é?


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Caros leitores de blog... como eu ri ontem com este print... até parei com oq estava fazendo...

O negócio é causar polêmica!

Futebol - discussão nas comu do orkut antigamente


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Veja como era as polêmicas nas comunidades do orkur de antigamente... hauhauhauhu

Cara chapei qdo vi isso... genial!

Priscila BBB9

Ulálá mermao!

Destinos Mistos - Heloísa Pontes

Fazia algum tempo que não postava nada de Sociologia no Blog... Estou lendo este livro excelente da Heloísa Pontes, e ele está dando um "tchan" na minha dissertação, estou tirando coisas muito interessantes de metodologia, de como pensar intelectuais e a cultura academica no Brasil. Abaixo uma resenha bastante completa que encontrei a respeito desta obra:

DESTINOS MISTOS: OS CRÍTICOS DO GRUPO CLIMA EM SÃO PAULO (1940-1968)
Heloísa Pontes
Sociologia dos chato-boys
Angela De Castro Gomes


Sociologia, antropologia, história, literatura. Destinos mistos os dessas disciplinas, cada vez com fronteiras mais fluidas nas modernas análises das ciências sociais. É o que nos demonstra o livro de Heloísa Pontes, trabalhando com o grupo da revista "Clima", formado em inícios de 1939 por um conjunto de estudantes da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP.

Escrito originalmente como tese de doutoramento, o texto deseja realizar uma "sociologia da vida intelectual" nas décadas de 1940 e 1950, tendo como móvel e suporte de análise o acompanhamento da trajetória de vida de um grupo de amigos, cujos projetos intelectuais se materializaram e deslancharam a partir do lançamento de um novo periódico na cena cultural paulista. A prática de organizar revistas, como estratégia para defesa e divulgação de projetos estético-políticos, é clássica nos meios intelectuais de todo mundo e era muito comum no Brasil da primeira metade do século. Portanto, trabalhar com revistas, como núcleo de reflexão para um mapeamento do ambiente intelectual de um certo período e espaço, é certamente um caminho tão exemplar quanto frutífero, se bem realizado.

Este é o caso de "Destinos Mistos", por várias razões, a começar pela escolha do periódico. "Clima" era, como muitas revistas de sua época, uma iniciativa de um grupo de amigos, ligados por laços de afetividade pessoal e cumplicidade intelectual, voltada para o debate da cultura nacional: literatura, artes plásticas, teatro, cinema, com destaque. Mas, diferentemente de suas antecessoras, estava sendo criada por estudantes de uma faculdade de filosofia (e não de direito), cuja formação na área das ciências sociais credenciava-os para um tipo de trabalho e para um padrão de carreira intelectual específicos. Por isso, o grupo de "Clima" procuraria demarcar, ao mesmo tempo, seu lugar e sua legitimidade no disputado campo intelectual da década de 1940 com argumentos fundados no exercício de uma crítica "acadêmica", isto é, científica e disciplinadamente construída pelo conhecimento de novas disciplinas que os municiavam para o exercício de avaliações "não improvisadas".

Eram assim críticos da cultura, professores universitários e produtores de iniciativas artísticas experimentais. Tudo bastante inusitado para o momento, o que se coadunava com a juventude de seus integrantes, rapazes e moças basicamente oriundos de famílias com boa situação financeira e com tradição de educar com esmero os seus filhos. Entre eles estavam Décio de Almeida Prado, Paulo Emílio Salles Gomes, Lourival Gomes Machado, Ruy Galvão de Andrade Coelho, Antonio Candido de Mello e Souza e sua futura mulher, Gilda de Mello e Souza. Como se vê, e esta é mais uma razão do acerto da escolha, um elenco de nomes que não apenas fará, a partir de "Clima", uma longa e brilhante carreira intelectual, como será responsável, mediante a crítica que elabora, pela construção de interpretações sobre a história da cultura brasileira que ganhariam largo trânsito e duração.

A perspectiva analítica da autora, rápida e precisamente exposta na "Introdução", para não cansar o leitor, combina o estudo da trajetória dos principais membros do grupo -suas origens familiares, seu mundo universitário e seus espaços de sociabilidade- com sua forma de atuação na revista: o momento de fundação, as idéias e valores compartilhados, a divisão de trabalho e o percurso e características do próprio periódico. Dessa interseção emerge um panorama que permite uma interessante aproximação do grupo, quer a partir de uma visão de como seus integrantes se representavam para si e para os outros, quer do ponto de vista de suas relações com o campo intelectual de seu tempo, demarcado por figuras como as dos modernistas Mário e Oswald de Andrade e a do sociólogo Florestan Fernandes.
Neste aspecto, é importante chamar a atenção para a natureza e propriedade das fontes utilizadas, centradas obviamente na própria revista, editada irregularmente de 1941 a 1944, e num grande conjunto de textos biográficos, sejam memórias, depoimentos ou entrevistas, concedidas a pesquisadores, entre os quais também a autora. É do trabalho com este tipo de fonte, inclusive, que nascem algumas das melhores passagens do livro, que aproxima o leitor do clima afetivo do grupo de amigos e também do tipo de sensibilidade intelectual que é produzida pela revista.

Os autores aparecem como atores de suas próprias vidas, recriando-se com a perspectiva do passar do tempo, analisando seus próprios vícios e virtudes, recolocando-se em cena, comparando-se por meio de uma periodização e, então, concluindo e duvidando. Mediante a memória, eles traçam seu perfil e o de seus amigos; o clima da universidade e da cidade de São Paulo, com seus professores, confeitarias, passeios e temas de debate. Afinal, eram críticos que recusavam o improviso e o álcool, preferindo um outro padrão de trabalho e de bebida: muita reflexão e refrigerantes. Um verdadeiro escândalo e desgosto para vários contemporâneos integrantes de uma geração marcada pela boemia. Daí a designação inspirada de Oswald de Andrade, atribuindo ao grupo um certo espírito: "os chato-boys".

Heloísa possuía, dessa forma, uma grande massa de dados e soube dela tirar um bom proveito, em especial quando a combinou com a análise da revista ou de outros textos que eram capitais para o estudo do grupo. Contudo, não creio que tenha sido tão feliz ao optar por concentrar, no último capítulo, um tão grande volume de informações biográficas sobre o destino dos membros de "Clima" e ainda tratar da trajetória de Florestan Fernandes, uma espécie de "outro" a emoldurar o grupo. Nesse momento do texto, torna-se difícil seguir a trilha cheia de atalhos, interessante e visível para os mais iniciados.

Mas não é o que acontece na maior parte do livro, que contribui com alguns achados sobre a cultura brasileira, a partir da ação de um grupo de homens que acabou por ser responsável por uma das versões mais consolidadas de sua história. Ao exercerem a crítica -a "crítica criteriosa" aplicada ao teatro, cinema, literatura e artes-; ao ganharem os espaços de jornais de grande circulação, profissionalizando o modelo de escrita que propunham; ao defenderem teses, escreverem livros e afirmarem-se como professores e criadores culturais, os amigos de "Clima" construíram, ao lado de suas carreiras bem-sucedidas, uma história-memória de um dos momentos mais ricos de nossa cultura.

Herdeiros e críticos dos modernistas, convivendo com as grandes figuras paulistas do movimento, agora inseridas em um contexto cultural muito mais politizado, puderam a elas se contrapor e, ao mesmo tempo, edificar suas conquistas e grandeza para sua própria geração e para as que lhe seguiriam. Paradigmáticas são as relações tecidas tanto com Mário de Andrade, primo de Gilda, quanto com Oswald, o amigo de Paulo Emílio e inventor dos "chato-boys". Ambos, cada um a sua maneira, foram influências decisivas para os jovens de "Clima". Mário, pela verdadeira soberania intelectual que exercia nos anos 1940, concentrando em si as glórias e angústias de um movimento que era, cada vez mais, alvo de balanços críticos, incluindo os realizados por ele mesmo. Mário que, neste período, consolida-se, por sua própria ação e pelos trabalhos de muitos e também de "Clima", como a melhor imagem do próprio modernismo, desde então radicado hegemonicamente em São Paulo.

Oswald, embora mais próximo, é bem mais criticado e menos valorizado, o que de resto não era uma especificidade desses estudantes da USP. Por isso mesmo, é muito significativo registrar como o livro destaca o processo de "reabilitação" de sua obra, que começa a ser retomada por Antonio Candido e, logo a seguir e com muita força, pelos concretistas dos anos 1950. Ela a partir de então vai ganhar vigor e importância, sobretudo no teatro e na conjuntura de resistência político-cultural ao regime militar, já na década de 1960.

A memória não é fixa e é sempre seletiva. A história também, embora tenha escrita e compromissos distintos da primeira. Mas ambas são construídas segundo a ótica do presente, razão pela qual o elenco de autores e obras consagrados de uma cultura pode oscilar, mostrando variações, inclusões e exclusões, nada arbitrárias ou ingênuas. O livro de Heloísa ilumina bastante a historicidade do que com frequência consideramos "natural" e/ou "casual" em processos sociais dessa natureza. O grupo de "Clima" -nem de literatos e artistas, como os modernistas que partiam, nem de cientistas sociais, como Florestan Fernandes, que chegava- fincou seus pés nos dois espaços e procurou com eles trabalhar.

"Destinos Mistos", a que a autora se lançou resguardada por pesquisa histórico-sociológica bem cuidada, e a que eu me lancei sem a necessária imposição de apontar insuficiências, sempre existentes. Afinal, o convite era para escrever uma resenha e não para participar de uma banca. Por dever de ofício, não era o caso de se privilegiar os espinhos. Eu me permiti então mais prazeres, pois, como as discretas e inteligentes mulheres do livro e certamente a autora, também gosto de cores, perfumes e flores.

Angela de Castro Gomes é professora de história do Brasil na Universidade Federal Fluminense (UFF).

Эдуард Хиль - Как я рад, ведь я... Edward Hill ED (Вокализ)

Genial...

Video enviado por Babih...

Fuurrr Fighters

Vai pro Wesley essa!

Marcelo Dourado Emo?

O_o

Pitty na expoingá

A cantora Pitty vem tocar na Expoingá dia 12/05... fazia tempo que queria ver um show dela, tempos atrás postei e comentei o último álbum dela, trabalho que foi considerado pela crítica como um dos melhores de 2009. Estaremos lá e esperamos um grande show...

Dia Internacional da Mulher

Hoje vai rolar uma discussão sobre a situação da mulher atualmente.

Debate: "As mulheres no século XXI"

Abertura com apresentação musical do Departamento de Música

Debatedoras:

- Marly Martin (vereadora de Maringá/DEM)

- Carla Almeida (professora do Departamento de Ciências Sociais, estudiosa do debate de gênero)

- Aparecida do Carmo (representante da Escola Milton Santos - MST)

- Neusa Altoé (pró-reitora de recursos humanos da UEM)

e outras a confirmar.


Dia 08 de março (segunda-feira)
19:30 hrs
Anfiteatro Ney Marques (bloco do Direito - C-67)

Video - A queda da veja


hauhuhauhauhauhauhua

MSN do seu madruga

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Frango Xadrez

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Futebol

Você que tem mente suja caro leitor...

O Rappa - Hóstia



Os que sobravam encostados no balcão
Ali permaneciam nos trabalhos
Em meio ao ar parado
Não se ouve tiros não há estardalhaço
Bicho-gente, bicho-grilo, quero que se dane
Olhos de injeção

Gatos humanos espreitam
Choram mimados meu rango (2x)

Não dividiria com qualquer animal
Meu prato de domingo a carne assada
É o principal
Mesmo um mendigo elegante da rua
Prato bonito ou feio minha caba na minha angústia

Meu escudo meu escudo é minha hóstia
Meu escudo meu escudo é minha hóstia (4x)

Sentia proteção infantil
Mas permanecia assustado
Acuado em situação-hiena
Não sou carne barata
Varejo imaginando pedaço do atacado
Que pena...(2x)

*

Que som em leitores! Essa música nova do rappa é sensacional! Chapei!

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